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sexta-feira, 8 de julho de 2011

Sétimo seminário

Tema Central:

"A Fisiologia Oculta das Doenças e a Importância do Magnetismo no Duplo Etéreo"


Sábado, 03 de Setembro de 2011.

Totalmente gratuito!

Ingresso: 2 quilos de alimento não perecível

Facilitador: Norberto Peixoto

Programação:
14h00min - Prece de abertura
14h10min – A face oculta das moléstias 
- Expositor: Mariléa de Castro / Grupo de Estudos Ramatís de Porto Alegre
      14h50 min – Perguntas
      15h00 min – As inter-relações do perispírito e do duplo etéreo nas curas espirituais
       - Expositor: Denis Schossler / Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade – Porto Alegre
      15h40min – Perguntas                     
      15h50 min – Intervalo
      16h30min – A manipulação da eteriatria pelos pretos(as) velhos(as)
       - Expositor: Géro Maita / Centro Espiritualista de Umbanda Esperança - SP
      17h10min – Perguntas finais
17h30min – Adorei as almas / Apresentação da Curimba do Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade
18h00min – Encerramento

ESTA PROGRAMAÇÃO PODERÁ SER ALTERADA.

IMPORTANTE:
- o portão de entrada abrirá as 13h00min;
- as inscrições serão no dia e rigorosamente por ordem de chegada;
- 120 vagas.



Seremos os últimos a acordar?

"...uma rede repleta de peixes recém pescados, os infelizes debatendo-se na sufocação da agonia, caudas e saltos desesperados, alguns, exaustos, apenas estremecendo, olhos arregalados de sofrimento..."

Larissa, de 11 anos, minha afilhada, viu neste verão, na praia, uma rede repleta de peixes recém pescados os infelizes debatendo-se na sufocação da agonia, caudas e saltos desesperados, alguns, exaustos, apenas estremecendo, olhos arregalados de sofrimento.
Espanto e dor no coração sensível. Antes mesmo de chegar à casa, ela declarou: “Nunca mais vou comer bicho nenhum. Fiquei vegetariana”. E continua. Detalhe: a família dela não é vegetariana. Ela há de ser salva pelo coração do carma da crueldade.
A reação de uma criança normal e sensível, ainda não embotada pelo egoísmo e a banalização da dor alheia, capaz de reagir com o coração e não com o estômago à realidade de que seres vivos perecem com dor e desnecessariamente para rumarem a nossas panelas deveria ser a de toda criatura com sentimento de compaixão e alma misericordiosa. Por que não é? Porque a tirania do hábito nos hipnotiza. Porque deixamos as idéias vigentes nos dizerem o que fazer, não o coração que sente. Porque não pensamos seguimos o rebanho humano e as idéias prontas que o sistema nos incute através de uma mídia comprometida com os interesses do lucro.
Os Mestres de Sabedoria nos dizem: “O pior carma é o da crueldade”. A biologia nos mostra que seres vivos com um sistema nervoso sentem dor como nós e já provou, pela decodificação do DNA humano, que nós NÃO somos uma espécie à parte, mas apenas uma continuidade do reino animal. Os espíritos foram enfáticos a Kardec: sim, os animais têm uma alma, e um dia serão humanos e divinos como nós, que já fomos como eles. Emmanuel declara que eles são os irmãos menores do homem, candidatos à mesma angelitude. André Luis denuncia os horrores espirituais dos matadouros, e aponta que sem amor para com os inferiores, não devemos aguardar a proteção dos superiores.
Médicos e nutricionistas já advertiram dos riscos à saúde que a ingestão de carnes traz. Obras sem conta já denunciaram a crueldade que sofrem bois, porcos, carneiros, galinhas, etc, tratados como máquinas de produção de carne, confinados, torturados, mortos com violência. “Se os matadouros fossem de vidro, todos seriam vegetarianos”, na frase imortal de Paul MacCartney.
E Ramatís como sempre coloca as cartas na mesa, explicando as consequências terríveis para o planeta e a humanidade, e para a sanidade física e espiritual, da ingestão de cadáveres dos irmãos menores. E o carma tremendo que esta humanidade está colhendo, em forma de violência e guerras, doenças e obsessões, por patrocinar o sofrimento dessas criaturas nossas irmãs e impedir-lhes a evolução necessária em corpos materiais.
Ao nosso lado basta querer ver há uma legião de vegetarianos que aumenta dia a dia, em todos os países: criaturas atéias ou agnósticas, materialistas, adeptos de crenças tradicionais... com uma característica comum: são seres compassivos, com sentimentos que os credenciam a permanecer no planeta renovado após a Transição Planetária em curso. São ativistas da causa animal, membros de sociedades vegetarianas, conquistam novas legislações e estão incutindo na consciência coletiva a noção evoluída dos direitos dos animais.
“Generosos batalhadores da causa animal, vanguardistas de uma consciência planetária, estão passando à frente dos espíritas, adotando um modo de viver condizente com os postulados da Lei Evolutiva. E vós, meus irmãos? Que fazeis, sentados à mesa diante dos despojos sangrentos de vossos companheiros planetários? O espírita deveria ser o primeiro, e não o último, a preservar a qualquer custo o equilíbrio planetário. É um triste papel que não cabe, não deveria caber, aos seguidores da doutrina que veio para melhorar o mundo e auxiliar a redenção da humanidade.
Espíritas: o conhecimento acentua a responsabilidade. Não podeis negar vossa irmandade com as espécies animais, claramente demonstrada desde as origens da doutrina.” Diz-nos a palavra candente de Ramatís.
Se é incongruente para um espírita, o que se dirá de um ramatisiano?
Seremos, em vez de vanguardeiros, os retardados da consciência coletiva? Um mundo novo está surgindo por sob a crosta do velho, construído até por criaturas que se dizem materialistas e nós? Para o que servirá nossa espiritualidade, se ela não ajuda a construir o Mundo Melhor que desejamos não com teorias, mas com ações concretas, com novos comportamentos, dignos do Amor Universal que dizemos idealizar?

Mariléa de Castro - Grupo de Estudos Ramatis de P. Alegre.

quinta-feira, 7 de julho de 2011

Intervenção dos guias junto aos médiuns



PERGUNTA: — No caso de os encarnados se afastarem de seus deveres e da disciplina espiritual na Terra, os guias podem intervir do Espaço, e sustar os desmandos dos seus pupilos?

RAMATIS: — O trabalho principal do “guia”, em relação ao seu protegido encarnado, é o de livrá-lo, tanto quanto possível, das imprudências, das ilusões, dos atrativos do vício e das paixões perigosas do mundo material. Do “lado de cá”, a nossa maior preocupação é a de impedir que o amigo ou o discípulo encarnado termine escravizado às paixões animais que o cercearão em sua ascensão espiritual. Quanto ao êxito desejado, nem sempre pode­mos consegui-lo a contento pois, em geral, a criatura encarnada foge à receptividade vibratória ao seu mentor e torna-se imune às suas inspirações superiores. Em geral, escuta apenas a voz da “sereia das sombras”, que termina conduzindo-a aos maiores ridí­culos e disparates! Quando tal acontece, o seu guia ou protetor lança mão de recursos extraordinários e intervém tanto quanto possível a favor do seu pupilo, a fim de frenar-lhe os desatinos e evitar em tempo os desvios perigosos que o conduzam à escravi­dão às entidades malfeitores.

PERGUNTA: — Quais são os métodos empregados pelos guias nessa intervenção espiritual para o bem dos seus pupilos encar­nados?

RAMATÍS: — Quando falham todos os recursos no campo mental da inspiração superior, e o pupilo periclita na sua integri­dade espiritual, em geral os seus guias se socorrem do recurso eficiente da enfermidade ou mesmo de vicissitudes morais ou econômicas, através das quais possam neutralizar em tempo as causas principais dos desatinos e imprudências. Quase todos os seres humanos são portadores de verdadeiras válvulas de seguran­ça psíquica, embora se trate de deficiências cármicas provenientes das mazelas passadas, e servindo-se das quais os guias intervêm para cercear os desvios perigosos.

Bem sabeis que o corpo carnal é o reflexo exato do tempera­mento psíquico de cada alma, pois entre dois irmãos gêmeos, e per­feitamente parecidos, mesmo que sejam xifópagos, podeis notar considerável diferença na sua contextura moral e intelectual, comprovando-se que, embora sob o mesmo padrão consangüíneo, sob iguais ascendentes biológicos ou tendências hereditárias, essas duas almas diferem profundamente quanto à sua ascendência psí­quica. Assim sendo, o organismo físico de cada criatura conserva também em sua intimidade etéreo-astral uma zona vulnerável do seu próprio psiquismo ancestral, que pode servir de recurso excep­cional para à última hora o guia intervir e aplicar a disciplina com­pulsoriamente, quando o seu protegido lhe faz ouvidos moucos.

PERGUNTA:                                      — Podeis oferecer-nos qualquer exemplo mais concreto do assunto?

RAMATIS: — Há casos em que determinado protegido, até então regrado e amigo do lar, deixa-se fascinar por qualquer pai­xão mundana perigosa, que pouco a pouco o vai absorvendo e ameaçando de causar perturbação grave no seio amigo da família. Por vezes ele se torna refratário a qualquer intuição espiritual superior ou nega-se a cumprir as promessas feitas durante o sono, quando deixa o corpo físico no leito, preferindo obsidiar-se comple­tamente pela mulher extravagante, parasita ou fescenina, ou então pelo álcool ou pelo jogo insidioso.

Quando menos espera, é lançado ao leito de dor ou, então, vê cessadas as facilidades ou recursos materiais que o sustentavam na imprudência condenável, ficando impedido de prosseguir no seu comportamento irregular. Um outro, por exemplo, pode ser o de um indivíduo saudável, forte, demasiadamente viril e dotado de um corpo avantajado, mas cujo espírito irascível e prepotente nega-se a abrandar o seu temperamento ou foge à intuição benfajeza do seu amigo desencarnado. Avantajado de corpo e de forças, sempre reage com violência e atrevimento diante de qualquer conselho ou protesto alheio! Sumamente agressivo, usa suas mãos como vigorosas luvas de boxe, que esbofeteiam com facilidade e se movem ameaçadoras, sem quaisquer propósitos de tolerância e escusas. No lar, a sua irascibilidade semeia confrangimentos contínuos, pois é atrabiliário com a esposa, filhos e vizinhos; vive certo de não precisar de ninguém e sente-se bastante auto-suficiente para desprezar os favores do próxi­mo! Então, o seu guia espiritual só tem um recurso para domar o pseudo - “gigante” demasiadamente eufórico de sua estatura e do seu maciço de carne: é jogá-lo num leito de sofrimento cruciante e arra­sá-lo até que reconheça a sua própria debilidade humana no seio da humanidade. Desse modo, cerceia-lhe a autoviolência e o coloca a caminho da ternura e da humildade, sob o guante do sofrimento, demonstrando-lhe que não passa de um troglodita vestido à moder­na, qual extravagante gladiador que abusa de sua robusta armadura de carne, nervos e ossos! Lança-o por terra abatido por violenta e insidiosa enfermidade, fazendo-o entrever o limiar dos bastidores do “outro mundo”, o que lhe desanda tremendo susto e desperta o dese­jo de continuidade de vida para cuidar do socorro alheio!

Em geral, aqueles que aparentam maior indiferença pela morte, porque são robustos e sadios, quase sempre são os que mais se acovardam ante a perspectiva de perder o corpo que lhes dá os prazeres fugazes da vida animal e facilita-lhes todos os caprichos e vaidades da carne. Como não confiam na perspectiva agradável da “outra vida”, além do prosaísmo da existência física, agarram-se desesperadamente à armadura carnal, como o náufra­go à tábua de salvação.

Do livro FISIOLOGIA DA ALMA

quarta-feira, 6 de julho de 2011

Briga dos Orixás!?


Pergunta: Orixás brigam por nossa cabeça como alguns afirmam por ai? Existem trabalhos para firmarmos Orixas de frente ou de coroa como ouvimos falar?
Pai Benedito: Encontramos ai meu filho infelizmente uma mostra bem clara da total desinformação em que vivem alguns filhos dedicados ao que acham ser Umbanda ou outra vertente afro.
Infelizmente estagnados no tempo, encontramos filhos que vivem mais de lendas do que estudo racionalizado sobre a real função dos Orixás na criação.
Em um apanhado rápido sobre Orixás encontramos de forma simples as manifestações das qualidades divinas que correspondem as etapas de formações do planeta e de todos que nele vivem, incluindo seus campos de força como: Cachoeiras, matas, lagos, fontes etc.
Partindo deste ponto encontramos os reinos naturais e suas ligações com a irradiação divina denominada Orixá.
Deduzir que Orixá influência em nossa sexualidade tendo uma fase "dual" ou seja, no primeiro semestre determinado Orixá é masculino e no segundo semestre o mesmo Orixá toma uma face feminina, influenciando na formação sexual dos seres é algo ainda que presenciamos nos dias de hoje e que nos mostra o quão desinformados algumas pessoas se encontram.
Humanizam Orixá a ponto de colocarem os mesmos para brigarem por uma "cabeça" ou trocar favores por comida, não é de se estranhar tais atitudes referente a homossexualidade masculina ou feminina ou ainda a vinganças sem fundamento algum.
O que a Umbanda precisa é espiritualizar-se ou seja, não viver de lendas e contos antigos e ultrapassados, mas sim, comprometer-se com as causas de Cristo neste momento tão importante para a humanidade.
Orixá não nos cobra de nossas responsabilidades, nossa consciência sim!
Guias não fecham caminhos, dão surra em médiuns ou são vingativos, nós é que somos nossos próprios algozes.
Diante desta informação fale a máxima de Jesus " É PRECISO TER OLHOS PARA VER E OUVIDOS PARA OUVIR"
Como ouvimos no ponto "UMBANDA TEM FUNDAMENTO, MÁS REALMENTE PRECISA SE PREPARAR E MUITO" 

Com muito carinho e luz

PAI BENEDITO
Canalizado por Géro Maita
http://ceuesperanca.blogspot.com/

terça-feira, 5 de julho de 2011

Passes magnéticos



  É o tipo de passe em que a pessoa doa apenas seus fluidos, utilizando a força magnética existente no próprio corpo espiritual. Pelo menos em tese, qualquer criatura pode ministrá-lo. Suas qualidades variam segundo a condição moral do passista, sua capacidade de doar fluidos e seu desejo sincero de amparar o próximo.
No passe magnético, geralmente se recebe assistência espiritual. Como vimos, isso acontece porque os Espíritos superiores sempre ajudam aqueles que, imbuídos de boa vontade, atendem aos mais carentes. Lembramos aqui, que o socorro dos Benfeitores é independente da crença que o passista ou magnetizador possa ter em Deus ou na Espiritualidade. Os Espíritos disseram a Allan Kardec, em "O Livro dos Médiuns", questão 176:

"...muito embora uma pessoa desejosa de fazer o bem não acredite em Deus, Deus acredita nela".
Transmitidos pelo médium que doa de seus próprios fluidos, de sua própria força irradiante, de suas energias fluídicas.
Magnetizador é aquele indivíduo saturado de fluido vital e que através da vontade - atributo essencial do espírito - usa seu fluido magnético, atua sobre ele, dando-lhe as qualidades necessárias.
No caso do passe magnético não é o fluido dos espíritos desencarnados, "apenas" eles atuam no duplo etéreo do plano astral e fortalecem a vontade do doador.
Pesquisando as teorias kardequianas, vamos encontrar na Revista Espírita - ano VII - janeiro de 1864 - página 7, importante estudo, que elucida um pouco mais o assunto:

"...Em geral o que magnetiza (passista) não pensa senão em desdobrar essa força fluídica, derramar seu próprio fluido sobre o paciente submetido aos seus cuidados. Sem se ocupar se há ou não uma Providência interessada no caso, tanto ou mais que ele. Agindo só, não pode obter senão o que a sua força, sozinha, pode produzir; ao passo que os médiuns curadores começam por elevar sua alma a Deus e a reconhecer que, por si mesmos, nada podem... Esse socorro quem envia são os bons Espíritos que vêm penetrar o médium de seu fluido benéfico que é transmitido ao doente... e que são devidas simplesmente à natureza do fluido derramado sobre o médium. Ao passo que o magnetizador (passista) ordinário se esgota, por vezes em vão, a fazer passes, o médium curador infiltra um fluido regenerador pela simples imposição de mãos, graças ao concurso dos bons Espíritos".

segunda-feira, 4 de julho de 2011

O educandário da reencarnação

PERGUNTA: — Em lugar de um espírito irascível, déspota e orgulhoso encarnar-se num corpo robusto e saudável, não seria preferível que ele fosse renascer num organismo débil, doente ou atrofiado?

RAMATIS: — Se tal espírito nascesse num corpo débil e enfermo, isso apenas serviria para contemporizar os seus impulsos de vio­lência e irascibilidade, mas tal se daria por força das circunstâncias geradas pelo impedimento físico e não pela influência de raciocínios ou reflexões superiores. A atitude pacífica ou tolerante representaria apenas uma conseqüência transitória da situação física coerciva e não renovação interior. No entanto, o corpo estropiado, num leito de dor, substituindo o antigo corpo robusto e imponente, cujas mãos, antes vigorosas, são agora fracas e nem ao menos podem levantar uma xícara de chá, quanto mais bater no próximo, serve para o espírito rebelde e irascível extrair certas fiações psicológicas de sua impotência no trato da vida humana.

Do livro FISIOLOGIA DA ALMA

domingo, 3 de julho de 2011

Você pratica uma boa Umbanda?

Responda a essas perguntas com sinceridade e saberá se você pratica uma “boa Umbanda”. Lembre-se que nenhum de nós é perfeito, mas trilhamos o caminho da Umbanda a fim de minimizar as nossas imperfeições, e não para acentuá-las.
No dia em que são realizadas as giras na sua casa de Umbanda, você procura, horas antes, amenizar seus pensamentos, afastando os negativos e todas as mágoas e rancores, ou dá valor a esses sentimentos, como faz no dia-a-dia?

Horas antes, você procura alimentar-se de maneira mais frugal e sadia ou entrega-se aos prazeres do exagero da comida e da bebida, afinal ainda faltam algumas horas para a gira começar?

Antes de sair de casa você cuida de seu corpo e de seu espírito, higienizando a ambos, ou vai de qualquer forma? Tem uma roupa branca e limpa que usa exclusivamente para essa ocasião ou faz uso dela durante a semana também?

Ao cruzar a porta do terreiro deixa para trás os problemas que o afligiram durante a semana, afinal esse é seu momento de doação, ou carrega esses problemas e sentimentos inerentes a eles para dividir, ainda que involuntariamente, com os seus irmãos de fé, que fatalmente terão que dividir esse fardo com você (afinal numa gira de Umbanda as energias são compartilhadas)?

Você adentra o terreiro preocupado em solucionar os seus problemas pessoais ou pensando em praticar a caridade àqueles que esperam pacientemente na assistência?

Você entende que, numa gira de Umbanda, mesmo que não lhe sobre tempo para pedir ajuda às entidades para solucionar as suas questões particulares, você está colaborando com a sua própria evolução pelo simples fato de estar presente e servindo ao Divino e aos necessitados?

No congá você enxerga meras imagens de gesso ou pontos que emanam energias que você deve absorver a fim de realizar um bom trabalho?

Enquanto são tocados os pontos, você fecha seus olhos concentrando-se nos orixás e entidades que estão sendo chamados ou fica preocupado com o tempo que está correndo e os afazeres ou prazeres materiais que teve que deixar para participar da gira?

Você presta atenção nas roupas dos seus irmãos-de-fé, se elas são curtas ou extravagantes demais, ou cuida para que a sua alma esteja alva como deveria para aquele momento?

Em contrapartida, faz proveito da incorporação das entidades para extravasar seu ego, usando roupas esdrúxulas e exageradas, bem como para ingerir álcool e fumo em demasia, que no lugar de agradar as entidades, as expõem ao ridículo (bem como a si mesmo)?

Você faz do silêncio uma prece ou aproveita os momentos em que ele deveria reinar para conversar com os irmãos-de-fé sobre assuntos corriqueiros ou até mesmo fofocas e maledicências? Permite que a sua língua seja maior que a sua fé ou a sua dedicação à Umbanda?

Costuma dizer que as entidades ou orixás são seus – “meu Ogun”, “meu caboclo” – e acredita que você é quem realiza o auxílio aos necessitados ou tem consciência de que é um mero instrumento da espiritualidade a serviço do bem?

Olha os consulentes com certo desdém quando eles relatam um problema que para você é banal, mas que para eles pode ser o mais grave do mundo?

Diz a todos que não lembra de absolutamente nada enquanto cede seu corpo às entidades, quando na verdade possui a chamada “mediunidade consciente”?

Usa o bom nome da Umbanda e das entidades para amedrontar seus desafetos, denegrindo a imagem de nossa religião, já tão injustiçada perante a sociedade?

Alguma vez já simulou estar incorporando uma determinada entidade para dizer a alguém coisas que não teria coragem de dizer sem usar esse subterfúgio?

Já simulou estar incorporado, para  se beneficiar de algo...?

Já usou a sua mediunidade para obter favores pessoais, materiais e financeiros?

O que você sente quando a gira termina e você vai para casa?

A satisfação por ter cumprido o seu dever auxiliando a sua própria evolução e ao próximo, ou sente-se revoltado porque algum médium brilhou mais que você ou demorou demais atendendo aos consulentes, atrasando o encerramento dos trabalhos?

Responda a essas perguntas com sinceridade e saberá se você pratica uma “boa Umbanda”. Lembre-se que nenhum de nós é perfeito, mas trilhamos o caminho da Umbanda a fim de minimizar as nossas imperfeições, e não para acentuá-las.

Douglas Fersan – Março de 2011.

sábado, 2 de julho de 2011

Karma - a grande Lei Cósmica


Quando o homem se desvia da Lei da Harmonia Cósmica, deflagra o caos em si próprio e ao seu redor.
Então a Lei de Ação e Reação, obriga-o a restabelecer INCONDICIONALMENTE a harmonia, na mesma ordem de grandeza da perturbação.
A reordenação se fará fatalmente não só no INTERIOR do SER, como também, na PORÇÃO de ESPAÇO que ele desorganizou, incluindo aí TODOS os SERES que tenham sido ARRASTADOS pelo CAOS.
Como decorrência da evolução e do desejo de acertar suas pendências, para poder seguir sua caminhada evolutiva, o próprio causador do caos, intercederá junto aos Irmãos Maiores, para poder concertar e restabelecer a desordem provocada num momento de insânia e desvario.

 AS QUATRO ETAPAS DO RESGATE DAS DESARMONIAS CÁRMICAS
1)    Conhecimento da desarmonia produzida-
- A (as) falta(s) cometidas contra OUTROS seres, ou contra o PRÓPRIO ser, deve ser RESGATADA até o ÚLTIMO centavo;
- Para que seja paga é preciso que o devedor saiba o VALOR dela;
- O Espírito (ser desencarnado) SABE.

2)    Aquiescência em resgatá-la
- Todos os seres buscam a paz, a harmonia e a felicidade, para si e para suas famílias;
- Todos os seres têm em si a necessidade de evoluir, que é inexorável na criação divina;
- Na sua caminhada evolutiva os seres buscam a felicidade até as RAIAS da INSENSATEZ, deixando atrás de si um rastro de desatinos, deflagrados pelo egoísmo, ódio, inveja, ciúmes;
- Depois de cansados e com um SALDO NEGATICO ACUMULADO em novas encarnações, carregará consigo a amargura, pois que o MAL GERA o MAL.
- Em um dado momento de sua caminhada o Homem ANSEIA por HARMONIA interior;
- Depois de muito sofrer o Homem aquiesce em RESGATAR seus ERROS, RESIGNADO frente ao SOFRIMENTO;
- Somente a REPETIÇÃO de EXPERIÊNCIAS em FAIXAS de DESARMONIA, fará com que sua CONSCIÊNCIA DESABROCHE.

3)    Valor da desarmonia
- O SOFRIMENTO não é o RESGATE dos males praticados;
- O sofrimento apenas DÁ a MEDIDA dos erros cometidos;
- Deus é amor e justiça e NÃO inclui a DOR que é contrária a sua natureza;
- O sofrimento é EDUCATIVO e serve como EXPERIÊNCIA, para que ERROS não se REPITAM;
- A DOR ENSINA O AMOR.
4)     Ressarcimento
      - É o PAGAMENTO da DÍVIDA;
      - Só existe UMA MOEDA no UNIVERSO para PAGAMENTO de qualquer DÍVIDA: O AMOR – MOEDA MÁGICA.

Extraído do Livro Espírito e Matéria

quinta-feira, 30 de junho de 2011

O corpos energéticos - espirituais


1.  Os três campos do “Eu Pessoal”:

·       O ETÉRICO OU VITAL = DUPLO ETÉRICO
·       O ASTRAL OU EMOCIONAL = PERISPÍRITO
·       O MENTAL = PRODUTO DA MENTE
Nota: Quando os três aspectos da natureza humana se unem ao corpo físico, formando um todo harmonioso, teremos o “NOSSO VERDADEIRO SER” - A NOSSA COMPLETA PERSONALIDADE ENCARNADA.

2. Função e estrutura do corpo etérico ou vital = duplo etérico

A função mais importante do corpo “Duplo Etérico” é a transferência de energia vital, ou da vitalidade – do campo universal para o campo individual – e daí para o corpo físico. Utiliza a energia do meio ambiente para alimentar o corpo carnal.
ENERGIA UNIVERSAL = PRANA = FLUÍDO UNIVERSAL – Existe no Cosmos, no infinito, no espaço, e depois já ambientada nos diferentes planetas, nas águas, na atmosfera e em todos os seres. Sua origem é no FLUÍDO UNIVERSAL que emana diretamente do Princípio Vital Universal.
A energia vital ou etérica penetra do campo individual para o corpo físico, através dos principais chackras = “Centros de Força Energética”.
O corpo etérico vitaliza o corpo físico, e atua como um elo entre o corpo físico, o corpo astral e o corpo mental.
Cada partícula física possui sua contra parte etérica, daí a expressão de “Duplo Etérico”.
O campo Etérico tem sido descrito como sendo “O QUARTO ESTADO DA MATÉRIA”.
ESTADOS DA MATÉRIA: 
 1º ) Sólido
 2º) Líquido
 3º) Gasoso
4º) Etérico – Fluídico

Cores do Corpo Etérico: Cinza azulado pálido ou cinza violeta, levemente luminoso e tremeluzente.

Projeção do corpo “Duplo Etérico”: Projeta-se de 5 a 7 cm além da periferia do corpo físico. Vitaliza o corpo físico, e é intermediário espírito/corpo físico. Desintegra-se 24 a 72 horas após o desencarne.

3.   Função e estrutura do Corpo Astral ou Emocional = Perispírito:
O Homem é constituído por 5 elementos: ESPÍRITO, PERISPÍRITO, DUPLO ETÉRICO, CORPO CARNAL E CORPO MENTAL, OS QUAIS ATUAM INSEPARAVELMENTE NA HARMONIA DO CONJUNTO ENTRE SI.
O Espírito é a centelha divina que atua no corpo através do Perispírito, como a eletricidade atua na lâmpada através do fio condutor.
O Perispírito é o corpo fluídico do corpo humano, formado de energia semicondensada, que age como intermediário entre o Espírito e o Corpo Físico.
O Corpo Físico é a matéria condensada, que serve de ambiente vital para o Espírito, que é o dono da casa com poderes intransferíveis de propriedade, sofrendo as influenciações exteriores.
O Corpo Físico que é mantido em equilíbrio pela atuação das forças centrífugas (de dentro para fora) e centrípetas (de fora para dentro), gera em torno de si uma luz esbranquiçada que é o resultado da energia da movimentação, formando a aura material do corpo. Esta aura acrescida das vibrações dos pensamentos humanos (corpo mental) mais duplo etérico, mais o perispírito forma a chamada aura espiritual do homem (forma cores).

A aura é todo o conjunto: CORPO FÍSICO, DUPLO ETÉRICO, PERISPÍRITO, CORPO MENTAL E ESPÍRITO = ESPÍRITO ENCARNADO.

OBS. O Corpo Astral = Perispírito é o campo individual ou o VEÍCULO DO SENTIMENTO, que atua como uma ponte entre a mente e o corpo físico. O pensamento é transmitido através do perispírito para o corpo físico.
O Campo Astral ou Emocional é verdadeiramente universal.
Cada pessoa dentro do Campo Universal possui um Campo Emocional, chamado CORPO ASTRAL OU PERISPÍRITO.
Cada um descreve toda a sua história de todas as suas vidas – um registro completo – de todos os acontecimentos ruins e bons, tais como tristezas, alegrias, amores e ódios, sucessos e frustrações, coragem e sacrifícios, aspirações e decepções, etc..., Enfim todos os atos e fatos ficam gravados nesse campo individual das emoções. Ficando lá registrado todas as imagens do que a pessoa sente e já sentiu.
O Perispírito fica doente em primeiro lugar, depois o corpo físico. As manchas do perispírito desaparecem somente com as boas ações.

CORES DO CORPO ASTRAL OU PERISPÍRITO:
AURA MULTICOLORIDA

A aura humana é modificada instantaneamente  pela variedade dos pensamentos emitidos numa alternativa de relâmpagos sucessivos, embora algumas possam fazer pausas mais prolongadas. Ela é multicolorida. Parece uma nuvem oval luminosa que circunda o corpo.

COLORAÇÕES DO PERISPÍRITO:
Branco – azulado: Pureza, amor e caridade.
Azul e dourado: Sublimação do espírito (durante a meditação ou prece). Elevação moral.
Rosa: Afeição, amor, felicidade, ternura, alegria, bondade e etc.
Vermelho: Paixões violentas, ódio, raiva, inveja, vingança, sensualidade, melindres, ciúme.
Alaranjado: Ambição e orgulho.
Cinzento: Depressão, tristeza, egoísmo, mágoas e ressentimentos.
Cinzento – claro: Medo, dúvida, vacilação.
Cinzento-escuro: Hipocrisia, mentira, desgosto.
Preto: Maldade.
Estas vibrações de cores são produtos da vibração do homem, são sua ficha de identificação perante os Mentores e Protetores Espirituais, as colorações atestam o estado de ânimo e a posição evolutiva de cada um.
Obs: Dentro do Perispírito, quanto mais a cor cinza estiver próxima do corpo físico, mais grave é o estado e grau e ansiedade e maior o seu impacto negativo sobre a sua saúde.

ESTRUTURA DO CORPO ASTRAL OU PERISPÍRITO:
A textura é flexível = fluído.
O ritmo da energia é uniforme, quando a pessoa tem boa saúde.
Projeta-se de 39 a 45 centímetros além do corpo físico.

4.  FUNÇÃO E ESTRUTURA DO CORPO MENTAL:
O Corpo Mental é o instrumento por meio do qual a mente se expressa.
O seu estado de materialidade é mais sutil do que o corpo etérico e sua textura é mais fina do que no etérico.
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