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segunda-feira, 3 de novembro de 2014

UMA MESMA FOLHA, UM SÓ AXÉ!!!

MOMENTOS DO NOSSO RITUAL DE PREPARO DO AMACI - DESFOLHAMENTO, MACERAÇÃO E PILAÇÃO:

https://www.facebook.com/media/set/?set=a.353442031501026.1073741830.300567340121829&type=1

Lenda dos Índios Cherokees


Você conhece a lenda do rito de passagem
da juventude dos índios Cherokees?

O pai leva o filho para a floresta durante o final da tarde, venda-lhe os olhos e deixa-o sozinho.
O filho se senta sozinho no topo de uma montanha toda a noite e não pode remover a venda até os raios do sol brilharem no dia seguinte.
Ele não pode gritar por socorro para ninguém.
Se ele passar a noite toda lá, será considerado um homem.
Ele não pode contar a experiência aos outros meninos porque cada um deve tornar-se homem do seu próprio modo, enfrentando o medo do desconhecido.
O menino está naturalmente amedrontado.
Ele pode ouvir toda espécie de barulho.
Os animais selvagens podem, naturalmente, estar ao redor dele.
Talvez alguns humanos possam feri-lo.
Os insetos e cobras podem vir picá-lo.
Ele pode estar com frio, fome e sede.
O vento sopra a grama e a terra sacode os tocos, mas ele se senta estoicamente, nunca removendo a venda.
Segundo os Cherokees, este é o único modo dele se tornar um homem.
Finalmente...
Após a noite horrível, o sol aparece e a venda é removida.
Ele então descobre seu pai sentado na montanha perto dele.
Ele estava a noite inteira protegendo seu filho do perigo.


Nós também nunca estamos sozinhos!
Mesmo quando não percebemos Deus está olhando para nós, 'sentado ao nosso lado'.
Quando os problemas vêm, tudo que temos a fazer é confiar que ELE está nos protegendo.

Se você gostou desta história, repasse-a.
E  evite tirar a sua venda antes do amanhecer...

Moral da história:
Apenas porque você não vê Deus, não significa que Ele nao esteja conosco.
Nós precisamos caminhar pela nossa fé, não com a nossa visão material.  

sábado, 1 de novembro de 2014

O finado tá vivo!!!

    "Tem muito vivo na Terra, que tá mais morto por dentro que defunto em cemitério. E tem muito finado, que tá mais vivo que nunca. É a Lei da Reencarnação. E você, tá morto ou vivo?"

     Exu Sete Encruzilhadas da Lira.
   Rito de 31/10/14 - sexta a noite - GUTF.

* * *

    Os finados estão vivos e a reencarnação comprova isto. Não é questão de dogma ou crença, muito menos de fé. É LEI UNIVERSAL!!! 

 

quarta-feira, 29 de outubro de 2014

LANÇAMENTO: A HISTÓRIA DA UMBANDA VOL. 2.

Umbanda é coisa séria pra gente séria - Caboclo Mirim.

Mais um livro de Diamantino Fernandes Trindade.


     A história da Umbanda é uma grande pesquisa em construção. Sua divulgação é necessária para que os umbandistas e adeptos dos cultos afro-brasileiros conheçam cada vez mais suas origens e desenvolvimento. Depois do sucesso da obra História da Umbanda no Brasil, este segundo volume presenteia o leitor com diversos textos perdidos no tempo, de autores consagrados, em jornais e revistas já extintos do Rio de Janeiro, berço da Umbanda. Matta e Silva, Capitão José Alvares Pessoa, João Severino Ramos, Olívio Novaes, Floriano Manoel da Fonseca, J. Alves de Oliveira, Reynaldo Xavier de Almeida, João Severino Ramos, Lourenço Velho, Yataman, Jayme S. Madruga, Sabino Catalini, Ubiratan de Lemos e outros estão presentes em matérias dos periódicos: Jornal de Umbanda, O Semanário, Diário Carioca, Ultima Hora, Diário de Notícias, O Imparcial, A Noite, A Manhã, Correio da Manhã, Diário da Noite, O Paiz, O Pasquim, O Cruzeiro e Revista da Semana.
     Algumas reportagens trazem mais luz sobre a grande missão do Exu Sete da Lira, fenômeno de massa dos cultos afro-brasileiros nas décadas de 1960 e 1970, e o emblemático Primeiro Congresso Brasileiro do Espiritismo de Umbanda, em 1941. O autor faz interessantes abordagens sobre as relações entre a Umbanda e as macumbas cariocas, e sobre o lançamento do primeiro selo comemorativo da Umbanda. Joãozinho da Goméia, Grande Otelo e Lilia Ribeiro também estão presentes nesta obra, que dispõe de uma brilhante galeria de imagens.
     Este segundo volume é direcionado para os umbandistas e espiritualistas em geral que desejam conhecer os escaninhos da memória umbandista sob a ótica da imprensa carioca.

http://edconhecimento.com.br/

A sonoridade dos caboclos.


Pergunta - é possível falar-os sobre a magia das cantigas e da sonoridade dos caboclos da umbanda, descendente do magismo tribal mais antigo do planeta?
Ramatís: Os homens afoitos e zelosos das purezas doutrinárias criticam os caboclos da umbanda quando assoviam, cantam, assopram e chilream como pássaros, baforando o charuto. A estreiteza de opinião oriunda do desconhecimento, aliado ao preconceito, favorece as "superioridades" doutrinárias e as interpretações sectárias. Os fundamentos dos mantras e seus efeitos curativos (vocalização de palavras mágicas) fazem parte dos ritmos cósmicos desde os primórdios de vossa civilização. Os vocábulos pronunciados, acompanhados do sopro e das baforadas, movimentam partículas e moléculas do éter circundante do consulente, impactam os corpos astral e etérico, expandindo a aura e realizando a desagregação de fluidos densos, miasmas, placas, vibriões e outras negatividades. Assim como as muralhas de Jericó tombaram ao som das trombetas de Josué, os cânticos, tambores e chocalhos dos caboclos desintegram poderosos campos de força magnetizados no Astral, bem como o som do diapasão faz evaporar a água. Os infra e os ultra-sons do Logos, o Verbo sagrado, deram origem ao Universo e compõem a tríade divina: som, luz e movimento. Como o macrocosmo está no microcosmo, e vice-versa, se pronunciardes determinadas palavras contra um objeto ou ponto focal no Espaço, mentalizando a ação que esse som simboliza, será potencializada a intenção pelo mediunismo do caboclo manifestado no médium, e energias correspondentes serão movimentadas. Ao mesmo tempo, cada chacra é uma antena viva dessas vibrações que repercutirão nas glândulas e nos órgãos fisiológicos, alterando os núcleos mórbidos que causam as doenças, advindo as"notáveis" curas praticadas na umbanda. É comum religisosos e exímios expositores de outras doutrinas acorrerem a ela, sorrateiramente, às escondidas, com os filhos ou eles mesmos adoentados, ditos incuráveis pela medicina materialista, tendo sua saúde reinstalada, para depois nunca mais adentrarem um terreiro. A todos o manto da caridade dá alento, sem distinguir a fé fragmentada de cada um. 
Editora do Conhecimento.

sábado, 25 de outubro de 2014

sexta-feira, 24 de outubro de 2014

Psicanálise e Umbanda: a demonização do Exu como interdição simbólica e intolerância religiosa.




É na entidade Exu que são reunidos os aspectos mais contraditórios e decisivos da ação nefasta da intolerância religiosa nas estratégias atuais do neoconservadorismo e, são eles, que permitem também compreender a complexidade e o dinamismo do universo simbólico, imaginário e cultural da Umbanda.


Prof. Dr. Sidney Oliveira (UFPR)

Resumo: Parte-se neste trabalho de uma reflexão inspirada na vocação social da psicanálise e sua particular investigação e teorização da cultura para, posteriormente, elucidar alguns aspectos da intolerância religiosa por meio da interdição simbólica e imaginária e da destituição política e cultural. O contexto em que se incide esse processo e que será tomado como continente de análise é de uma religião tipicamente brasileira: a Umbanda e, dentro dela, optou-se por investigar uma entidade muito conhecida e, sem dúvida, uma das mais polêmicas: o Exu. Parte-se da premissa que o processo de demonização do Exu cumpre especialmente uma função de opressão e desmonte do universo representacional simbólico e cultural.

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