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domingo, 8 de maio de 2011

Reflexão para o dia das mães



             Neste dia das mães, data que nos reunimos com nossa amada progenitora e inevitavelmente demais componentes da cadeia familiar - sogros, cunhados, sobrinhos, primos, irmãos e filhos, tios e tias -, atendendo compromisso social, no mais das vezes sobressai-se rixas antigas, azedumes recíprocos e dissimulações veladas para a “boa” convivência que o momento requer, tão acostumados que estamos a disfarçar nossas emoções para o sucesso na existência diária.
            Cabe-nos uma reflexão, quando se nos abala o psiquismo advindo a melancolia e a tristeza após um encontro que deveria ser de alegria, diante das críticas veladas - e nem tão veladas - de nossos velhos oponentes de outrora arremetidos pela encarnação compulsória no grau de parentela carnal, por vezes na forma do chicote do humor que se faz instrumento do escárnio para agredir-nos.
           Mesmo sabendo que traçar diretrizes para a manutenção da fraternidade, no restrito círculo pouco espiritualizado dos homens amplamente brutalizados,  pelo automatismo insensível da sobrevivência diária, numa sociedade materialista  que privilegia obstinadamente o ter ao invés do ser individual - a aparência em detrimento da essência,  o rótulo  vistoso da caixa vazia -, será o mesmo que transmitir o método de caminhar entre os espinheiros interligados de uma caatinga escaldante sem ferir-se. Todavia, admitamos que a primeira atitude de alguém, que se proponha a viver em paz no mundo, será praticar a aceitação sem inércia.
Paciência ativa.
Calma e trabalho.
Acolhamos as pessoas como são, sem a idéia de esculpi-las pelo nosso modo de ser, reconhecendo que essas mesmas pessoas não conseguem modelar-nos, à maneira delas. Outro princípio não menos importante é aquele de não nos julgarmos donos da verdade.
Você, decerto, conhece a lenda: 
- dizem que a verdade era um imenso espelho situado nos céus; Conquanto amarrado a vigas fortes, um dia caiu na Terra, quebrando-se em milhares de fragmentos, à distancia uns dos outros. Cada criatura encontrou um pedaço, passou a mirar-se nele, criando teorias diversas.
Nem Jesus esteve isento de críticas. Por isso, evitemos discussões estéreis.
Não se menospreze diante das reprimendas no pequeno círculo familiar. Siga no seu labor sendo fiel ao seu modo e natureza de ser, por mais humilde que seja, consciente de que toda tarefa e personalidade transitória são dignos frente as leis de Deus.
Assuma-se e seja sincero consigo e com os outros, deixando aflorar teus verdadeiros e inatos talentos sem medos de contrariedades. Não use máscaras para angariar falsas afeições, porque o amor verdadeiro é a força básica da vida, com a qual não se brinca em tempo algum, mesmo que em muitos momentos fiquemos só. Por outro lado, não tente ser maior do que os outros, porque haverá sempre alguém maior do que você.
Importa não sentir-se inferior diante de ninguém, eis que todos nós somos filhos de Deus e o Infinito Amor d’Ele, através de leis sábias inexoráveis, estará  velando por nós – onde, quando e como  estivermos  - encarnados e mergulhados na ilusão transitória.
E, preservando a consciência tranqüila, viva na certeza de que o mundo funcionará tal qual é, sem necessidade de nossas reprimendas e revides recíprocos.
Não se entristeza e faça o bem que puder e espere os resultados incondicionalmente.
As dificuldades e obstáculos são pedras a serem transpostas pelo caminho, porquanto inexoravelmente pertencemos ao Céu, em cuja imensidão a Terra se move. E, queiramos ou não, estamos destinados a agir e sofrer a ação de outrem hoje para  a correção e resgate de nossas faltas de ontem. Tenha fé que a plenitude do futuro é aqui e agora, a felicidade interna - inerente as almas pacificadas, com o Cristo - é conquista planejada  no grande Plano da Criação Divina.

À  todas a mães,
Um fraternal e tríplice abraço.



sábado, 7 de maio de 2011

Medicina reconhece obsessão espiritual

Código Internacional de Doenças (OMS) inclui influência dos Espíritos.


Dr. Sérgio Felipe de Oliveira com a palavra:
Ouvir vozes e ver espíritos não é motivo para tomar remédio de faixa preta pelo resto da vida... Até que enfim as mentes materialistas estão se abrindo para a Nova Era; para aqueles que queiram acordar, boa viagem, para os que preferem ainda não mudar de opinião, boa viagem também...
Uma nova postura da medicina frente aos desafios da espiritualidade.
Vejam que interessante a palestra sobre a glândula pineal do Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico psiquiatra que coordena a cadeira de Medicina e Espiritualidade na USP:
 
A obsessão espiritual como doença_da_alma, já é reconhecida pela Medicina. Em artigos anteriores, escrevi que a obsessão espiritual, na qualidade de doença da alma, ainda não era catalogada nos compêndios da Medicina, por esta se estruturar numa visão cartesiana, puramente organicista do Ser e, com isso, não levava em consideração a existência da alma, do espírito. No entanto, quero retificar, atualizar os leitores de meus artigos com essa informação, pois desde 1998, a Organização Mundial da Saúde (OMS) incluiu o bem-estar espiritual como uma das definições de saúde, ao lado do aspecto físico, mental e social. Antes, a OMS definia saúde como o estado de completo bem-estar biológico, psicológico e social do indivíduo e desconsiderava o bem estar espiritual, isto é, o sofrimento da alma; tinha, portanto, uma visão reducionista, organicista da natureza humana, não a vendo em sua totalidade:
mente, corpo e espírito.
Mas, após a data mencionada acima, ela passou a definir saúde como o estado de completo bem-estar do ser humano integral:
biológico, psicológico e espiritual.
 
Desta forma, a obsessão espiritual oficialmente passou a ser conhecida na Medicina como possessão e estado_de_transe, que é um item do CID - Código Internacional de Doenças - que permite o diagnóstico da interferência espiritual Obsessora.
O CID 10, item F.44.3 - define estado de transe e possessão como a perda transitória da identidade com manutenção de consciência do meio-ambiente, fazendo a distinção entre os normais, ou seja, os que acontecem por incorporação ou atuação dos espíritos, dos que são patológicos, provocados por doença.
Os casos, por exemplo, em que a pessoa entra em transe durante os cultos religiosos e sessões mediúnicas não são considerados doença.
Neste aspecto, a alucinação é um sintoma que pode surgir tanto nos transtornos mentais psiquiátricos - nesse caso, seria uma doença, um transtorno dissociativo psicótico ou o que popularmente se chama de loucura bem como na interferência de um ser desencarnado, a Obsessão espiritual..
Portanto, a Psiquiatria já faz a distinção entre o estado de transe normal e o dos psicóticos que seriam anormais ou doentios.
O manual de estatística de desordens mentais da Associação Americana de Psiquiatria - DSM IV - alerta que o médico deve tomar cuidado para não diagnosticar de forma equivocada como alucinação ou psicose, casos de pessoas de determinadas comunidades religiosas que dizem ver ou ouvir espíritos de pessoas mortas, porque isso pode não significar uma alucinação ou loucura.
Na Faculdade de Medicina DA USP, o Dr. Sérgio Felipe de Oliveira, médico, que coordena a cadeira (hoje obrigatória) de Medicina e Espiritualidade.
Na Psicologia, Carl Gustav Jung, discípulo de Freud, estudou o caso de uma médium que recebia espíritos por incorporação nas sessões espíritas.

Na prática, embora o Código Internacional de Doenças (CID) seja conhecido no mundo todo, lamentavelmente o que se percebe ainda é muitos médicos rotularem todas as pessoas que dizem ouvir vozes ou ver espíritos como psicóticas e tratam-nas com medicamentos pesados pelo resto de suas vidas.
Em minha prática clínica (também praticada por Ian Stevenson), a grande maioria dos pacientes, rotulados pelos psiquiatras de "psicóticos" por ouvirem vozes (clariaudiência) ou verem espíritos (clarividência), na verdade, são médiuns com desequilíbrio mediúnico e não com um desequilíbrio mental, psiquiátrico. (Muitos desses pacientes poderiam se curar a partir do momento que tivermos uma Medicina que leva em consideração o Ser Integral).
Portanto, a obsessão espiritual como uma enfermidade da alma, merece ser estudada de forma séria e aprofundada para que possamos melhorar a qualidade de vida do enfermo.
 
Texto de Osvaldo Shimoda
Colaboração de CEECAL - Centro de Estudos Espírita Caminho da Luz.
Sérgio Felipe de Oliveira é um psiquiatra brasileiro, doutor em Neurociências, mestre em Ciências pela USP (Universidade de São Paulo) e destacado pesquisador na área da Psicobiofísica. A sua pesquisa reúne conceitos de Psicologia, de Física, de Biologia e de Espiritismo.
Desenvolve estudos sobre a glândula pineal, estabelecendo relações com atividades psíquicas e recepção de sinais do mundo espiritual por meio de ondas eletromagnéticas. Realiza um trabalho junto à Associação Médico-Espírita de São Paulo AMESP e possui a clínica Pineal Mind, onde faz seus atendimentos e aplica suas pesquisas.
Segundo o mesmo, a pineal forma os cristais de apatite que, em indivíduos adultos, facilita a captura do campo magnético que chega e repele outros cristais. Esses cristais são apontados através de exames de tomografia em pacientes com facilidade no fenómeno da incorporação. Já em outros pacientes, em que os exames não apontam tais cristais, foi observado que o desdobramento fora facilmente apontado.
Segundo a revista Espiritismo & Ciência,[1] "o mistério não é recente. Há mais de dois mil anos, a glândula pineal é tida como a sede da alma. Para os praticantes da ioga, a pineal é o ajna chakra, ou o “terceiro olho”, que leva ao autoconhecimento. O filósofo e matemático francês René Descartes, em Carta a Mersenne, de 1640, afirma que “existiria no cérebro uma glândula que seria o local onde a alma se fixaria mais intensamente”.
Sérgio Felipe de Oliveira tem feito palestras sobre o tema em várias universidades do Brasil e do exterior, inclusive na Universidade de Londres. Numa apresentação na Universidade de Caxias do Sul, o pesquisador afirmou ter recebido vários estímulos para estudar a glândula pineal quando ainda estava concentrado em pesquisas na área de física e matemática. Um desses estímulos foi uma visão em que lhe apareceu o professor Zerbini, renomado médico cardiologista e pioneiro dos transplantes de coração no Brasil. Zerbini, a quem Sérgio teria substituído em seus dois últimos compromissos acadêmicos, sugeriu a Sérgio insistentemente (durante a visão) que estudasse a glândula pineal, conforme o relato do pesquisador. 
* * * 



O que são trabalhos de Direita e Esquerda na Umbanda ?

Qual a finalidade destes diferentes tipos de trabalhos?


sexta-feira, 6 de maio de 2011

Efeito benéfico dos benzimentos

"Felizes dos que se curvam ao benzimento supersticioso, que lhes ameniza a existência atribulada, do que aqueles que se subordinam ao gênio cientifico, que aperta um botão eletrônico e liquefaz milhares de criaturas..."

Como se produz o efeito benéfico nos tradicionais benzimentos de quebranto das crianças?
Ramatís: As criaturas que praticam os benzimentos são verdadeiros transformadores vivos, pois dissolvem o fluído do mal olhado ou da projeção mental a distância e malevolamente incrustrados na aura das crianças. Elas se ajustam muito bem no conceito dinâmico recomendado por Jesus: "Quem tiver fé omo um grão de mostarde, removerá montanhas"
Em face da maldade predominante ainda no mundo primário terreno pelo entrechoque dos piores sentimentos de raiva, ódio, ciúme, perversidade e orgulho, o benzedor é um "oásis" no deserto escaldante do sofrimento humano! Ele cura bicheiras, levanta quebranto, alivia epilépticos, afasta mau olhado, acalma vermes, reza responso para descobrir aves e animais perdidos, defuma residências enfeitiçados, limpa a aura das criaturas contaminadas por maus fluídos, expulsa o azar da vida alheia, benze eczemas e impingens, conserta espinhela e arca caída de crianças recem-nascidas, benze de inveja ou de susto, faz simpatias que derrubam verrugas ou calos.
Mais vale a  preta velha com galho de arruda , cheia de crendices e supertições invocando " Nosso Sinhô Jesus Cristo" para benzer o próximo e livrá-lo dos fluidos ruins, do que ALEXANDRE, CÉSAR,GÊNGIS KHAN, NAPOLEÃO, HITLER  e todos os comandos militares do mundo, que esfrangalham corpos sadios e jovens, derramando sobre a face da terra o sangue generoso dos homens!
Mil vezes o inofensivo benzedor, humilde e analfabeto, que ajuda o homem desventurado a viver, do que o cientista, o general ou o lider político, que destroem a juventude do mundo sobre o massacre hediondo da guerra.
O caboclo inculto, pobre e ingênuo, prolonga a vida do próximo, enquanto as elites dominadoras do mundo, povoam os cemitérios de corpos trucidados. Felizes dos que se curvam ao benzimento supersticioso, que lhes ameniza a existência atribulada, do que aqueles que se subordinam ao gênio cientifico, que aperta um botão eletrônico e liquefaz milhares de criaturas sob o fogo desintegrador da bomba atômica!
Livro: MAGIA DE REDENÇÃO
EDITORA DO CONHECIMENTO

quinta-feira, 5 de maio de 2011

Seminário: transição planetária, ecologia e espiritualidade


Sexto seminário e sessão especial festiva alusiva ao sexto aniversário de fundação


Sábado, 14 de Maio de 2011.
( na sexta-feira, dia 13, não teremos sessão )

Totalmente gratuito!

Ingresso: 2 quilos de alimento não perecível

Tema Central:

"Transição planetária, ecologia e espiritualidade"

Facilitador: Norberto Peixoto

Programação: ( o portão de entrada abrira as 13h e 00 min )
  • 14h00min - Prece de abertura
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  • 14h15min – Os orixás e os reinos da natureza / Dayse* 
  •  14h45min – Perguntas
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  • 15h00min – Os orixás, as doenças e a saúde / Sarita*
  • 15h30min – perguntas
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  • 15h45min – intervalo
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  • 16h15min – apresentação da curimba da Choupana do Caboclo Pery
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  • 16h45min – Espiritualidade e o futuro da mediunidade / Denis*
  • 17h15min – perguntas 
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  • 17h30min – intervalo
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  • 18h00min – Transição para o triunfo do Cristo – a nova consciência coletiva / Milton*
  • 18h30min – perguntas
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  • 18h45min – ritual do fogo
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  • 19h00min – Sessão especial festiva de preto(a) velho(a)  alusiva aos 6 anos de fundação da Choupana do Caboclo Pery.
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  • 21h00min – Encerramento
* expositores médiuns trabalhadores da Choupana


Uso do fumo na Umbanda. Os espíritos são viciados?


Seriam espíritos que carregam vícios depois de desencarnados? Isso os classifica como inferiores? 



Psicobionergia: conexões mentais entre espíritos e curadores



      Tentaremos ilustrar como a nossa conexão ocorre com o curador para que aquele que desejar ingressar nesta seara divina possa ter maior noção a respeito e, em conseqüência, consiga desenvolver maior sensibilidade em sentir nossa aproximação no momento exato.
      Muitos de vocês já ouviram falar sobre os buracos negros existentes em regiões distantes do Universo, dos quais nada escapa, nem mesmo a luz, sofrendo diretamente sua atração gravitacional.
      Estes buracos negros são resultados de implosões estelares cuja condensação de massa cria um campo gravitacional impressionantemente forte, abrindo assim uma ruptura no espaço, causando uma interconexão só de ida para o outro lado de uma outra dimensão.
       No interior destes buracos, não existe tempo e, conseqüentemente, o espaço perde seu caráter mensurável. Se pudéssemos interpenetrar nesta conexão dimensional, veríamos brilhos de imagens, cenas, luzes em total turbulência, devido a esta interconexidade de várias dimensões, ao mesmo tempo. Em segundos, nos encontraríamos do outro lado de um universo paralelo, completamente divergente no que diz respeito ao tempo. Seríamos expelidos por um buraco materializador.
      Este é um tema muito discutido no âmbito científico e que, na realidade, está tão próximo de nós que nem imaginamos o quanto.
      Possuímos uma série de realidades onde nossos vários “Eus” habitam. Essas realidades que nos referimos são esses vários universos paralelos, nos quais coexistimos simultaneamente.
      Para clarificarmos melhor o que dizemos, imaginemos um objeto qualquer. Por exemplo, um livro.
      Ele é pura energia, força totalmente moldada, que por sua vez o forma, tudo em função da força gravitacional.
       Mas a força gravitacional terrestre não seria suficiente para moldar a luz e a energia. Seria necessária, então uma força muito maior onde pudéssemos aglomerar todos os átomos conjuntamente, formando um livro.
      Para isto, existem espalhados em cada milímetro do Universo, trilhões e trilhões de microburacos negros que atraem e moldam a energia.
      Dissemos que os grandes buracos negros atraem e expulsam até mesmo a luz para uma outra dimensão, para  um outro Universo. Pois bem, é exatamente o que acontece com todo movimento que os seres animados efetuam. A seqüencia de um simples levantar de braço, uma série de materializações e desmaterializações ocorrem. Assim, nosso corpo é passado por trilhões e trilhões de microburacos negros e microburacos materializadores, que se encarregam de nos manter em movimento, com o tempo.
      Na realidade, a cada minuto passado, podemos considerar que ocorreram trilhões de materializações e desmaterializações recompondo total e fielmente, seu corpo. Por isso, dizemos que os encarnados, bem como os desencarnados vivem em vários planos, em total sincronicidade.  
      A diferença de nós para com os encarnados é que podemos realizar o que é chamado pelos cientistas de salto quântico, ou seja, não necessitamos seguir uma seqüência de transmissão, fase a fase. Simplesmente, efetuamos um salto quântico com a força de nossa vontade.
      É exatamente assim que ocorrem as nossas comunicações com vocês. Coexistimos em vários planos e efetuamos os chamados saltos quânticos para atingi-los simultaneamente.
      A diferença vibracional, ou melhor, a barreira que existe entre nós e vocês, encarnados, só pode ser vencida com o pensamento ou algo que possua esta velocidade.
      Por isso, podemos trabalhar com vários outros curadores ao mesmo tempo. Pois, devido ao acesso deste mar de buracos negros e buracos materializadores, podemos nos irradiar sem que haja barreiras do tempo e espaço.
      Como dissemos, o homem encarnado vive em vários universos paralelos, sendo que cada um destes mundos são possuidores de uma determinada variação energética e vibracional, vibrações, estas, positivas ou negativas.
      Por isso, podemos nos sintonizar em cada freqüência vibracional, dependendo, apenas de nosso estado emocional.
      Daí a necessidade de elevarmos nosso padrão mental para, assim, atingirmos níveis superiores de pensamento.
      O vínculo espiritual entre nós e os encarnados, dá-se assim que unimo-nos, através do acoplamento áurico.
      Nossa energia é captada pelos trilhões e trilhões de tubículos áuricos que receberam os impulsos espirituais dividindo, assim, a intensidade vibracional energética.
      Quando a energia penetra nos tubículos, determinados microimpulsos são captados, devido à maior sensibilidade desta área, pelo hipotálamo, que servirá de ponte de tradução de mensagem, ou melhor, estímulo exteroceptivo.
      Estes impulsos influenciarão determinadas substâncias bioelétricas condutoras que estimularão glândulas endócrinas e exócrinas específicas que produzirão os hormônios necessários, encarregados de transmitir sensações e estímulos traduzidos posteriormente pelo cérebro. Esta é a real necessidade de se desenvolver uma maior sensibilidade no intuito de captar e traduzir nossas abordagens.


Texto reproduzido do livro:
Manual do Curador – Manipulação de Psicobioenergia
Geraldo Medeiros Junior
Livro orientado e ditado pelo espírito Irmã Clara e Equipe Médica Espiritual
2ª edição-Outubro/1990   

quarta-feira, 4 de maio de 2011

A importância do estudo na Umbanda

Seminário de estudo na Choupana

Muitos médiuns Umbandistas não gostam de estudar sobre a Religião de Umbanda, assim como alguns sacerdotes não permitem que seus médiuns estudem e façam perguntas, questionem, evoluam em conhecimento e saber.
Muitos dizem que a Umbanda é caridade, amor e não é necessário estudo qualquer: "é só deixar o guia vir; é só deixar o Orixá encostar".
Bem, em toda Religião o estudo é fundamental para a sua compreensão. Não que esteja errado ver o lado da caridade, do amor ou da entrega que realmente são necessários aos médiuns na incorporação, mas a Umbanda é muito mais do que isso.
O estudo deve ser somado `a dedicação prática da lida no terreiro (a prática da caridade e do amor ao próximo: solidariedade), unindo tudo isso como um conhecimento maior que pode tirar dúvidas, retirar confusões da mente, evitar o animismo, o exibicionismo (de médiuns e/ou de entidades), evita que os consulentes vejam a Umbanda e seus guias como trocadores de favores / presentes, a clonagem arquétipa dos guias (quando médiuns novos acabam, sem querer, copiando o comportamento dos guias do ou dos dirigentes), o comportamento grosseiros de alguns guias e médiuns, a ignorância de alguns médiuns, e evitar que os espertalhões, que querem utilizar a Umbanda como um meio de ganhar dinheiro, o façam usando a ignorância de seus adeptos.
Podemos dividir o estudo da Umbanda em várias formas de entendimento e orientações:

* Pela doutrina de cada segmento, cada casa, que deveria ser ministrada aos médiuns e assistidos (qual a doutrina existente na casa, seus ritos, fundamentos, maneira de trabalhar). Normalmente essa doutrina ou essas aulas de doutrina estão a cargo do sacerdote da casa ou alguém designado por ele;

* A conversa de banquinho com o(a) preto(a)-velho(a) do(a) dirigente ou dos dirigentes da casa (pode ser com outro guia, tudo dependerá da estrutura de comando de cada casa; umas estão sob o comando dos pretos-velhos, outras sob o de Caboclos, Boiadeiros, Baianos etc), onde a parte doutrinária da casa, pelo seu lado espiritual e orientador, deve ser levada aos médiuns;

* Livros e material didático que sejam feitos pela casa (terreiro) ou utilizado de autores Umbandistas. Onde possam existir mais orientações no nível doutrinário, religioso, comportamental, espiritual, moral e ético relacionados a Umbanda;

* Outras fontes literárias, até de outras religiões, onde possam conter informações relevantes para os médiuns, no seu entendimento sobre a Religião de Umbanda, ou mesmo, sobre certos conceitos de cunho moral, ético, espiritual, doutrinário etc;

* Formação de palestras e/ou seminários, onde ao médiuns possam compartilhar da sabedoria e do conhecimento de outras sacerdotes e outras pessoas ligadas `a espiritualidade (dependendo de cada seguimento da Umbanda);

* Como visitantes a outros terreiros ou recebendo visitantes em seu próprio terreiro, no intuito de se mostrar a diversidade da religião, a troca saudável de culturas dentro da Umbanda, mostrando a diversidade, a riqueza que é a Religião de Umbanda. Ao mesmo tempo, estreitando laços de amizade e de união com outros terreiros e outras formas de se manifestar a Umbanda;

* Por meio da formação escolar e acadêmica. Seja no estudo regular, ou na Universidade, onde o médium aprende uma profissão, uma especialização, aumenta sua instrução e a sua forma de ver e entender o mundo;

* Por meio de cursos relativos a Umbanda e a outras religiões, ou facetas da própria Umbanda. Porém, esses cursos devem ser de conhecimento do sacerdote de cada casa, pois existem diversas pessoas que usam do nome da Umbanda para enganar e retirar dinheiro de médiuns que buscam o conhecimento.

Como podemos ver, não existe somente uma forma, mas existem diversas formas de se obter o conhecimento e o estudo com relação a Religião de Umbanda.
Devemos sempre lembrar que os Sacerdotes da casa, de cada casa, têm o compromisso, não só em relação a caridade, ao amor, a solidariedade, mas também, do conhecimento, do ensino, da orientação, do conduzir os médiuns, os tirando da ignorância e mostrando que a Religião de Umbanda, mediante o seu seguimento, pode dar muitos ensinamentos. Não só em relação a religião em si, mas para o próprio médium como pessoa, como ser humano.
O terreiro, a religião, pode se estender para o mundo profano e nele exercer uma atuação divina. Isso pode ser feito sem preconceitos, sem proselitismos, sem perseguições, sem imposições ao outro. Basta que os sacerdotes e os guias que conduzem uma cada de Umbanda, saibam passar os bons ensinamentos a seus médiuns para que eles possam levar para o mundo o que a Umbanda tem de melhor, o que ela tem de contribuição para a melhora do mundo e do próprio ser humano.
Algumas pessoas, até dentro da Umbanda, acreditam que "o conhecimento é poder" (Francis Bacon).
Eu acredito que "o conhecimento liberta o homem de sua ignorância, abrindo-lhe a mente para a liberdade das ideias."

Um abraço,
Pai Etiene Sales
http://extra.globo.com/noticias/religiao-e-fe/etiene-sales/

terça-feira, 3 de maio de 2011

Ela faz o que ninguém consegue fazer



( este texto foi postado no Grupo de Estudos Boiadeiro Rei )

Arreda homem que aí vem Mulher…


Arreda homem que aí vem Mulher…


Esse pequeno trecho do ponto que tão comumente cantamos em nossos terreiros é um dos mais significativos e expressivos quando penso em Pombagira.


Todos nós já ouvimos e lemos muitos textos sobre Exu e suas qualidades tão ativas e duais, no entanto, pouco falamos de Pombagira e pior, quase sempre quando ouvimos falar dessas Entidades de Luz a referência é com a prostituição, desejo, sexo, amarração, separação ou ainda, com a desgraça emocional e familiar.




Penso que seria muito interessante e importante para todos nós se, quando pensássemos em Pombagira, pensássemos no arquétipo Mulher, afinal, além dela ser pura expressão do feminino ela também atua e ativa a pura essência do feminino, seja nos homens ou nas mulheres.


Falando sobre o arquétipo Mulher, que é fundamental em todas as religiões historicamente firmadas, entende-se por arquétipos as tendências estruturais invisíveis dos símbolos e que criam imagens especificas. Já o sentido "Mulher" refere-se ao principio feminino que está ligado a sensibilidade, a criatividade, a lua, ao ciclo, a capacidade de viver o tempo com ritmo diferente, de receber, de acolher, de enfeitar, de proteger, de lutar pelo bem amado e a capacidade de se transformar em onça, leoa e materna. Esse princípio ainda estimula nos seres humanos o lado espiritual e a busca pelo encontro do sentido religioso, fato constatado quando percebemos a quantidade de mulheres nas instituições religiosas. Além disso, não podemos deixar de refletir sobre o contexto de liberdade, de comunidade e de força de expressão que os espaços religiosos permitem. Nesse sentido Nancy Cardoso Pereira em seu livro: Malditas, Gozosas e Devotas – Mulher e Religião (1996), afirma: "É no campo das expressões religiosas que as mulheres encontram espaços para a resistência e sobrevivência".


Com essa linha de raciocínio conseguiremos afirmar o quanto as Pombagiras são importantes e fundamentais para nós e para a própria estrutura da Umbanda.


Elas mexem com nossas emoções, elas geram em nós todos esses princípios femininos e ainda quebram o paradigma patriarcal instituído em nossa sociedade por alguns povos e religiões milenares como o judaísmo e o catolicismo.


O medo, o desconforto, a maledicência sobre as Pombagiras deve-se pelo fato de elas atuarem nas partes ocultas e nas questões oprimidas da mulher, a exemplo, temos o desejo que ainda é um grande tabu para a maioria das pessoas, principalmente para os homens e para os mais tradicionalistas. Para muitos, "Ter Desejo" é proibido e o fato é que as Pombagiras moram na casa dos desejos, entenda desejo tudo aquilo que realmente desejamos.


Elas estão ligadas ao belo, ao que seduz e àquela que se apaixona, ao mesmo tempo remete ao que se deve ser evitado.


A própria figura da Pombagira assume toda a sensualidade subversiva e agressiva da sexualidade feminina, em contraste com a ideia do feminino passivo e submisso tão enfatizado por algumas tradições, fato refletido nas suas imagens, onde na maioria das vezes são representadas por mulheres seminuas enquanto as imagens das santas católicas estão sempre bem cobertas (vestidas) e com semblante amenizador.


É referência como propiciadora de abertura de caminhos, da renovação, da vida e da liberdade. E na sua condição de libertina, ou de quem é livre para ir e vir, fala o que pensa e o que quer, ela se comanda.


É estímulo, alegria, beleza, poder e movimento, o qual alimenta seu `cavalo' e seus adoradores.


Manifestam-se tanto na lavadeira como na advogada – condições sociais para Elas não é importante; manifestam-se em mulheres fora dos padrões de beleza ditados pela sociedade e ainda assim exercem sobre os homens um estimulante fascínio e sobre as mulheres a auto-estima; manifestam-se nos Terreiros e rompem com quaisquer diferenças, pois são "apenas" Pombagiras.


A Pombagira está relacionada a tudo que é feminino, adora jóias, perfumes, batom, ouro, rosas, principalmente as vermelhas por ser a cor da paixão, do calor, do fogo.


Como princípio feminino é considerada por muitos um "EXU FEMININO", mesmo porque na África, local de origem dos Orixás, na tradição banto, o nome Exu é Bongbogirá, o que nos leva a deduzir que o termo pombagira é uma corruptela de Bongbogirá. E como princípio feminino atua de forma muito diferente do princípio masculino Exu.


Ela mexe com aquilo que Exu não consegue mexer.


Ela transforma aquilo que o vigor masculino de Exu não modifica.


Ela cria aquilo que o mando de Exu não consegue estabelecer.


Ela fala aquilo que Exu não consegue dizer.


Ela dá aquilo que todos querem, mas que ninguém é dono.


Ela faz sorrir de uma forma que homem nenhum entende.


Ela faz viver aquela mulher que toda mulher quer ser e que todo o homem quer ter.


Ela é POMBAGIRA e é melhor arredar o pé, homem,
pois aí VEM MULHER…

Seriam espíritos que unem e separam casais? Espíritos de Prostitutas?



Será que realmente existem trabalhos para trazer dinheiro ou Amarrar Casais? Quais são as conseqüências destes atos?



segunda-feira, 2 de maio de 2011

CONDUTA MORAL, ESPIRITUAL E FÍSICA DOS MÉDIUNS DENTRO DA CORRENTE ASTRAL DE UMBANDA




 1 - Manter dentro e fora da Tenda, isto é, na sua vida espiritual ou religiosa particular, conduta irrepreensível, de modo a não suscitar críticas, pois qualquer deslize neste sentido ira refletir na sua Tenda e mesmo na Umbanda, de modo geral.

 2 - Procurar instruir-se nos assuntos espirituais elevados, lendo livros indicados pela Direção Espiritual do Terreiro, bem como assistindo palestras nesse sentido.

3 - Conservar sua saúde psíquica, vigiando constantemente, o aspecto moral.

 4 - Não julgar que seu protetor ou sua entidade é o mais forte, o mais sabido, muito mais "tudo" que o do seus irmão, médium também.

 5 - Não viva querendo impor seus dons mediúnicos, contando, com insistência, os feitos de seus guias ou protetores. Lembre-se de que tudo isso pode ser problemático e transitório e não esqueça de que você pode ser testado por outrem e toda essa conversa vaidosa ruir fragorosamente.

6 - Dê paz a seu protetor no astral, deixando de falar tanto no seu nome, isto é, vibrando constantemente nele. Assim, você está se fanatizando e "aborrecendo" a entidade. Fique certo de que, se ele, o seu protetor, tiver "ordens e direitos de trabalho" sobre você, poderá até discipliná-lo, cassando-lhe as ligações mediúnicas e mesmo infringindo-lhe castigos materiais, orgânicos, financeiros etc. Se você for desses que, além de tudo isso, ainda comete erros em nome de sua entidade protetora...

7 - Quando for para a sua sessão, não vá aborrecido e quando chegar lá, não procure conversas fúteis. Recolha-se a seus pensamentos de paz, fé e caridade pura para com o próximo.

8 - Lembre-se sempre de que sendo você um médium considerado "pronto" ou em desenvolvimento, é de sua conveniência tomar banhos de descargas ou propiciatório determinados por seu guia ou protetor, se for médium em desenvolvimento, procure saber quais os banhos e defumadores mais indicados, que poderá ser dado pela direção do terreiro.

9 - Não use guias ou colares de qualquer natureza sem ordens comprovada de sua entidade protetora responsável direta e testadas no terreiro.

10 - Não se preocupe em saber o nome do seu guia ou protetor antes que ele julgue necessário e por seu próprio intermédio. É de toda conveniência também para você, não tentar reproduzir, de maneira alguma, qualquer ponto riscado que tenha impressionado dessa ou daquela forma.

11 - Não mantenha convivência com pessoas más, viciosas maldizentes etc...
Isto é importante para o equilíbrio de sua aura e dos seus próprios pensamentos. Tolerar a ignorância não é compartilhar delas...

12 - Acostume-se a fazer todo o bem que puder, sem visar as recompensas.

13 - Tenha ânimo forte através de qualquer prova ou sofrimento. Aprenda a esperar e confiar...

14 - Não tema a ninguém, pois o medo é prova de que você está em débito com sua consciência.

15 - Lembre-se sempre de que todos nós erramos, pois o erro é da condição humana e, portanto ligado a dor, a sofrimentos vários e, conseqüentemente, às lições, com suas experiências... Sem dor, sofrimento, lições e experiências não há Karma, não há humanização nem polimento íntimo. O importante é que não se erre mais. Ou não cometer os mesmos erros.

16 - Zele por sua saúde física, com uma alimentação racional e equilibrada

17 - Não abuse de carnes, fumo e outros excitantes, principalmente o álcool.

18 - Nos dias de trabalhos, regule a sua alimentação e faça tudo para se encaminhar a sessão espiritual, limpo de corpo e espírito.

19 - Não se esqueça, hipótese alguma, de que não se deve ter relações ou contatos carnais na véspera e no dia dos trabalhos.

20 - Tenha sempre em mente que, para qualquer pessoa, especialmente o médium, os bons espíritos somente assistem com precisão, se verificarem uma boa dose de humildade ou de simplicidade no coração. A vaidade, o orgulho e o egoísmo cavam o túmulo do médium.

21 - Aprenda lentamente a orar confiando em Jesus, o Regente do planeta Terra. Cumpra as ordens ou conselhos de seu Guia ou Protetor. Ele é seu grande amigo e somente trabalha para a sua felicidade.

Extraído do livro: "Mistérios e Praticas na Lei de Umbanda" Autor: W.W da Matta e Silva
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