É justificável que o espírito primário encarnado na Terra ainda duvide de sua origem divina e do seu venturoso destino futuro, pois vive imensamente preocupado em atender aos seus desejos grosseiros e próprios de uma consciência primária. Ele precisa prover à sua subsistência carnal, e o trabalho então lhe parece coisa fatigante e desagradável. Mas, obrigado a concentrar-se no objetivo laborioso, embora indesejável, desenvolve as aptidões latentes do espírito eterno e disciplina a sua capacidade criadora.
quarta-feira, 11 de abril de 2012
segunda-feira, 9 de abril de 2012
A importância do médium desiludir-se de si mesmo
Médiuns...fazendo a caridade?
Ser médium! Será que sempre que saímos de um terreiro de Umbanda, após recebermos um passe ou consulta de alguma entidade, deixando por lá invariavelmente parte de nossas angústias cotidianas, nos passa pela cabeça todos os conflitos e peculiaridades que permeiam as vidas pessoais dos médiuns que ali trabalham ou especificamente daquele que acabou de possibilitar nosso atendimento?
O exercício da mediunidade na Umbanda na maioria dos casos passa por inúmeras fases: as perturbações normais da mediunidade latente e não desenvolvida, a busca muitas vezes penosa por um local que nos passe afinidade para trabalhar, as primeiras experiências e sensações com as vibrações dos guias, o período das incorporações ainda não bem "encaixadas" em que a dúvida quanto ao animismo é uma constante e finalmente o intercâmbio mediúnico já maduro e bem sintonizado com as entidades de trabalho. Todas estas etapas são monitoradas e requerem uma ação constante do plano espiritual no sentido de irem preparando, ajustando e otimizando o aparelho mediúnico tanto do ponto de vista de adequação dos centros energéticos quanto no sentido psicológico.
domingo, 8 de abril de 2012
sábado, 7 de abril de 2012
sexta-feira, 6 de abril de 2012
Momentos atuais – na visão de Norberto Peixoto
- Existe uma plataforma de naves espaciais que formam um cinturão de proteção do nosso planeta? Do que são formadas?
Sim, existe. São formadas de matéria etéreo-astral as quais nossos atuais instrumentos científicos não detectam.
- Qual a intenção destes seres espaciais ao nos observarem?
Basicamente zelarem pela nossa evolução e que a linha temporal de causalidade, consequência do exercício do livre arbítrio de cada cidadão que formam os efeitos coletivos, não seja distorcida ou alterada sem o nosso esforço e merecimento conquistados em conformidade com a equanimidade das leis cósmicas entre as reencarnações sucessivas. Assim, em adequação à condição evolutiva da humanidade, estes seres espaciais de diversos orbes que aqui se encontram nos auxiliam para evoluirmos sob a égide de Jesus e de seu evangelho.
- O que é a quarta dimensão e como serão nossos corpos ao entrarmos nela?
Entendo a quarta dimensão como um extrato de frequência mais elevado que o atual que vai preponderar impactando na psicosfera coletiva da Terra. Ao meu entender é um processo gradativo, sem mudanças abruptas. Existe a ilusão que por um passe de mágica nossos corpos espirituais ficarão diáfanos e entraremos nesta dimensão. Sou de opinião que tão cedo nossos corpos físicos não se alterarão a ponto de não necessitarmos mais de puxar diariamente a cordinha do vaso sanitário. Espíritos primários que somos, temos os corpos adequados ao nosso psiquismo. Assim como poluímos nosso mundo interno com nossas emoções primitivas de inveja, egoísmo, ciúmes, soberba,..., além de bombardearmos nosso organismo por uma alimentação equivocada e destrutiva com o meio ambiente, assim inexoravelmente temos veículos físicos que poluem o meio ambiente, pois o que colocamos para dentro obrigatoriamente tem que ser símile ao que sai. Enquanto não nos evangelizarmos num processo indispensável de cristificação de nossos espíritos teremos os corpos densos, primários e destrutivos como os que agora sustentam nossos espíritos nesse plano da materialidade.
- Devemos temer esta transição?
Não. Todo processo de transição que estamos vivendo são oriundos do amor infinito de Deus. Caminhamos inexoravelmente para um mundo melhor, mesmo que haja dor e punção no caminho, como nos processos médicos de se extirpar uma metástase. O planeta estando doente urge a remoção dos morbos planetários que infectam o meio ambiente coletivo.
- Como ajudar os que nos cercam a enfrentar este período de transição planetária?
Esclarecendo desmistificando o excesso de imaginação e amainando a fascinação que grassa sustentada pela expectativa salvacionista de muitos irmãos de jornada. As naves espaciais não descerão dos Céus para nos salvarem. Temos que fazer nosso dever de casa e não esquecermos que nossa maior fortaleza está nos adventos internos com Jesus, fortalecendo nossos espíritos para suportarmos com dignidade e maturidade evangélica os momentos difíceis que são “naturais” em quaisquer cenários de mudanças planetárias.
- Até que ponto este período alterará o quotidiano nosso de cada dia?
Ocorrendo as alterações geológicas que são inevitáveis, devemos estar preparados para conviver com a escassez, desemprego e recessão mundial. O planeta está doente e em determinado momento o seu "organismo" vai reagir com mais intensidade.
- Existem "escolhidos" encarnados que terão papel de auxílio aos seres espaciais que zelam pela evolução dos planetas?
Com certeza, as consciências que estão mais crísticas, com os ensinamentos do evangelho melhor internalizados, serão chamadas para auxiliar, independente de religião, crença ou doutrina. Nos momentos críticos da transição se acentuará o universalismo fraternal entre as nações.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
Resultado dos trabalhos mediúnicos
O resultado
dos trabalhos mediúnicos depende fundamentalmente da quantidade e da capacidade
dos médiuns participantes, pois do "lado de cá" é muito comum existir
maior quantidade de espíritos para comunicarem-se com os vivos, do que o ensejo
de médiuns disponíveis. No entanto, nos trabalhos sensatos e protegidos, as
oportunidades são distribuídas de modo a favorecer mais o bem coletivo do que
atender as solicitações pessoais. Quando há médiuns em quantidade razoável, os
espíritos também podem tratar de assuntos de natureza mais particular, ou lhes
é possível dirigirem-se direta e familiarmente aos presentes nas suas mensagens
mediúnicas. No entanto, quando apenas existe um só médium em condições
favoráveis para a comunicação do Além,
terça-feira, 3 de abril de 2012
Porque Exú é Mojubá?
“Sem Exú não se faz nada...”. Esta parte de um conhecido ponto traduz com muita propriedade o trabalho dos Exús na Umbanda. Estas entidades tão envoltas pela aura de misticismo, crendices e até medo, devem sua fama macabra e distorções de sua figura principalmente ao mau uso de seu nome por encarnados que em muitas vezes nem mesmo sabem a quem estão se referindo ou mesmo a quem pensam estar invocando.
Estas abnegadas entidades que buscam acima de tudo a evolução, são comparados a demônios, entidades malignas e tendenciosas e que se vendem em troca de bebidas alcoólicas e despachos em encruzilhadas.
segunda-feira, 2 de abril de 2012
Assistência dos bons espíritos
Indubitavelmente
a presença e a assistência dos bons espíritos nas sessões espíritas dependem
muitíssimo das intenções e dos objetivos das pessoas que se propõem ao
intercâmbio com o mundo invisível. Mas, também, é certo que todas as criaturas
já vivem acompanhadas pelas almas que lhes são afins a todos os seus atos e
pensamentos. Assim, os homens regrados e generosos também simpatizam e atraem
as boas companhias do "lado de cá", cujas almas, quando em vida
física, já viviam afastadas das paixões degradantes e dos vícios perniciosos.
domingo, 1 de abril de 2012
Começa a semana santa
Pois bem hoje, domingo, começa a semana santa e alguns podem alegar que isso não tem nada a ver com a Umbanda, mas não é verdade, pois essas comemorações da chamada semana santa são realizadas em quase todas as Igrejas e Religiões Cristãs e a Umbanda é uma Religião Cristã.
O Domingo de Ramos é a festa litúrgica que celebra a entrada de Jesus Cristo na cidade de Jerusalém. É também a abertura da Semana Santa. Nesse dia, são comuns procissões em que os fiéis levam consigo ramos de oliveira ou palmeira, o que originou o nome da celebração. Segundo os Evangelhos, Jesus foi para Jerusalém para celebrar a Páscoa Judaica com os(discípulos). Entrou na cidade como um Rei, mas sentado num jumentinho - o símbolo da humildade - e foi aclamado pela população como o Messias, o Rei de Israel. A multidão o aclamava: "Hosana ao Filho de Davi!" Isto aconteceu alguns dias antes da sua Paixão, Morte e Ressurreição. A Páscoa Cristã celebra então a Ressurreição de Jesus Cristo.
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