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terça-feira, 8 de julho de 2014

Mensagens do Grande Coração - Pérolas de Ramatís.


Descrição
A cada dia, uma nova pequena mensagem de Ramatís. Sempre às 00h 00min, uma "pérola" para reflexão. A qualquer horário, uma excelente opção de leitura edificante, tendo como fonte os livros publicados deste autor espiritual pela Editora do Conhecimento.

A Metrópole do Grande Coração é a Colônia Espiritual que sedia a Fraternidade da Cruz e do Triângulo no Espaço, descrita em detalhes na obra "A Vida Além da Sepultura", pelo espírito Atanagildo, psicografia de Hercílio Maes.

Esta fanpage é minha singela contribuição, compartilhando o estudo sistemático das obras de Ramatís que realizo, tendo por objetivo formar uma comunidade humana mais espiritualizada, crística, universalista, amorosa e fraternal.

Aproveitemos as Pérolas de Ramatís - Mensagens do Grande Coração - para refletirmos e tornarmos nossa existência melhor.

Todos são bem vindos,

Fraternalmente,
Silvio Marques.

Administrador da página.

segunda-feira, 7 de julho de 2014

A dor e suas causas íntimas.


A dor, que varia de espírito para espírito, não é específica de certa idade ou época, mas se manifesta de conformidade com as causas íntimas de cada criatura, independentemente de, raça, cor, temperamento, sexo ou idade. Os germes causadores das enfermi­dades humanas só proliferam perigosamente quando no organis­mo do homem se estabelece o terreno eletivo para a eclosão da enfermidade. O êxito microbiano depende fundamentalmente da condição mórbida ou “miasmática”, que o próprio espírito cria no corpo devido à sua desarmonia psíquica. E o miasma do psiquismo doente que atrai os germes patogênicos e os alimenta, fazendo-os acumular-se em certos órgãos ou sistemas do corpo físico. Os microrganismos, na realidade, são os elos intermediários que se constituem em pontes virulentas e ajudam os espíritos a despejar na carne torturada os seus venenos psíquicos, de cuja ação e presença então se identifica um tipo de moléstia característica e devidamente classificada na terminologia médica.

RAMATÍS - FISIOLOGIA DA ALMA.

domingo, 6 de julho de 2014

Após o transe mediúnico, não me lembro de nada!!!


Não lembro de nada.

O assunto objeto desta matéria com certeza trará para alguns bastante dissabor e repulsa, pois tocará na vaidade e no ego daqueles que não querem que venham à baila determinadas verdades atinentes ao fenômeno da incorporação.
No entanto, como o compromisso do Jornal Umbanda Hoje é ver os adeptos da religião mais esclarecidos e livres de determinados mitos que tanto prejudicam os iniciantes no culto, resta-nos tão somente esclarecermos um ponto nevrálgico sobre o presente tema.,
Sabemos que na Umbanda fala-se muito em mediunidade de incorporação semiconsciente e inconsciente, que, via de regra, ensejam verdadeiras discussões doutrinárias a respeito.
Não vamos nos ater a explicarmos o processo de acoplamento de um espírito aos chakras e centros nervosos do médium, sendo tema para o futuro.
As incorporações em que os espíritos deixam completamente inconsciente o médium, com tomada integral de todas as faculdades biopsicomotoras, é fenômeno raríssimo nas religiões mediúnicas.
Em tempos imemoriais, foi a forma encontrada pelos espíritos para cumprirem suas missões no plano físico sem que o medianeiro pudesse interferir em suas tarefas, pois muitas pessoas não acreditavam na ação dos espíritos sobre o corpo humano e, por isto, se tivessem alguma porcentagem de consciência, acabariam por intervir, voluntária ou involuntariamente, no labor dos amigos espirituais.
O fato é que, na mediunidade de incorporação semiconsciente, que, diga-se de passagem, também tem seus graus de variação, o espírito ao desprender-se do médium com o qual trabalha, deixa neste quase que a totalidade das informações recebidas ou transmitidas durante uma sessão.
Caso haja alguma necessidade, o espírito, atuando no sistema nervoso central e também no cérebro, pode fazer com que o médium deixe de lembrar de alguma coisa, mas isto é exceção.
A regra é o médium lembrar-se de quase tudo que foi dito pelo espírito trabalhador.
Neste sentido, muito importante é o respeito e a obediência que os médiuns devem ter para com o segredo de sacerdócio, tópico que analisaremos oportunamente.
Infelizmente alguns médiuns que trabalham semiconscientemente insistem em dizer que não se lembram de nada depois que o espírito interventor se afasta. E o fazem por duas razões básicas: primeiro, querem dar um maior valor a sua mediunidade, dizendo: ” eu sou especial porque trabalho sem consciência”; segundo, para se eximirem de responsabilidade, caso haja alguma comunicação equivocada, por influência do próprio médium, dizendo este depois: ” eu sou inconsciente, quem errou foi o espírito”.
Repito: a mediunidade de incorporação inconsciente ainda existe, mas é raríssima, e quem a tem geralmente não fala, porque é assunto pessoal, e também é circunstância difícil de ser provada.
Na atualidade, não se concebe deixar os iniciantes com a falsa idéia de que, incorporados por um espírito, sua mente se apagará temporariamente. Muitos médiuns sob a ação dos espíritos acham que não estão incorporados, visto terem ouvido de outros que, durante a manifestação dos espíritos, não há consciência no médium.
Criam com isto uma série de dúvidas na mente dos iniciantes, fazendo com que muitos pensem até não serem médiuns de incorporação.
A Umbanda vai crescer.
E crescerá através de médiuns mais preparados, mais esclarecidos em relação aos fenômenos mediúnicos.
Desta forma, farão cair por terra falsas verdades que estão, infelizmente, ainda sendo difundidas irresponsavelmente por alguns.
Sarava a Umbanda !!

Ogan Roncali - Escola de Curimba Caboclo Girassol.

sábado, 5 de julho de 2014

Os intolerantes.


"Ah, meu Deus! Assisto com muita tristeza a pena da aspereza dilacerando a beleza de uma linda sinfonia. A aguarrás de juizes, ciumentos inflexíveis, descolorindo as matizes de uma linda pintura, só porque não gostam da assinatura?"

"E vai com uma bailarina, com a inocência de menina, dançando em volta do sol, a Grande Mãe Terra. Enquanto muitas nações, governos, religiões ensaiam a dança da guerra."

"Na verdade a bola azul quase nunca foi amada; é sempre penalizada. Tem um trabalho enorme, dedicação e talento para preparar a mistura, juntar os seus elementos para dar forma às criaturas, e elas, depois de paridas, desconhecem a matriarca e dizem, mal agradecidas: que a carne é fraca."

"E quando o planeta gera um Avatá, um iluminado assim como o Nazareno, tem logo quem se apresenta com conhecimento profundo e diz logo: não é desse mundo, só pode ser extraterreno."

"Ah, é difícil entender porque é que o homem, até hoje, cospe no prato que come. Algumas religiões, não sei por qual motivo, dizem que a Terra é um território com vocação pra purgatório, não passa de sanatório... E que nós só seremos felizes longe dela, bem distante, lá onde os delirantes chamam de paraíso."

"Olha, eu vou dizer de coração. Na minha simples, dia após dia, me perdoem a liberdade, mas religião de verdade, mais parecida com a que Jesus queria, talvez seja sentimento de ecologia. Para esse sentimento não tem fronteiras e só reza um mandamento: preservação das espécies com urgência, sem adiamento."

"Hoje, ela pensa nas plantas, nos rios, no mar, nos bichos. Amanhã, com certeza, com a mesma dedicação e capricho, pensará com muito cuidado nos meninos abandonados."

"Ah, se ela tivesse mais força para sustentar sua zanga, evitaria, com certeza a fome cruel de Ruanda. Não tinha maturidade, ainda era uma menina, quando a impertinência sangrou, com a bola de fogo, a pobre Hiroshima. Mas ela cresce, se instala como uma prece no coração das crianças. Tenho muitas esperanças..."

"Eu tenho toda a certeza que nosso planeta um dia, mesmo cansado, exausto, terá toda a garantia e guardado por uma geração vigia, nunca mais verá a espada fria no Holocausto."

"A intolerância, repito, é a mais triste das doenças. Não tem dó, não tem clemência. Deixa tantas cicatrizes nas pessoas, nos países, até as religiões, guardiãs da Luz Celeste, abandonam seus archotes para empunhar cassetete. E o que, na verdade, refresca o rosto de Deus, é um leque, que tem uma haste de Calvino e outra de Alan Kardec."

"Na outra haste, as brisas, que vêm das terras de Shivas, são uma, dos franciscanos, e outra, dos beduínos. Não precisa ir muito longe... Jesus nasce entre os rabinos."

"Às vezes corações que crêem em Deus, são mais duros que os ateus. E jogam pedra sobre as catedrais dos meus deuses Yorubás. Não sabem que a nossa terra é uma casa na aldeia, religiões na Terra são archotes que clareiam."


DE ALTAY VELOSO – ALABÊ DE JERUSALÉM.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

Umbanda é religião?

Religião vem do latim reli gare – que significa religar aos céus, a Deus. Também se identifica como religião todo grupo religioso que possuem algumas características:

- histórica, identificação de origem;

- ritos ou celebrações que acompanham a vida de uma pessoa (batismo, casamento, funeral...);

- aplicação da doutrina em favor ao bem e a vida.

Convém desde já mencionar uma especificidade da Umbanda entre as cinco vertentes afro-brasileiras supracitadas (Candomblé na Bahia; Xangô em Pernambuco e Alagoas; Tambor de Mina no Maranhão e Pará; Batuque no Rio Grande do Sul e Macumba, depois Umbanda no Rio de Janeiro). Apesar de suas origens negras, a Umbanda nunca esteve preocupada com a idéia de preservação das raízes africanas e nem mesmo se empolga hoje com o movimento de reafricanização, que perpassa as suas congêneres, principalmente o Candomblé. A Umbanda surgiu em 1908, em Niterói com o anuncio do Caboclo das 7 Encruzilhadas através do médium Zélio de Morais e se comporta como uma religião universal. Uma religião aberta a todos os brasileiros. Desde o inicio a Umbanda se mostrou visivelmente multiétnica, com uma forte presença de brancos em seus quadros, mesmo entre os sacerdotes. Além disso, ela se destaca do grupo dos cultos afro-brasileiros por ter menos apego às “raízes”, as marcas africanas originais. A Umbanda prefere pensar em suas raízes, sendo “brasileiras”. É afro, sim, mas é afro-brasileira. Ela não só dispensou de seus rituais o uso de idiomas africanos (ioruba, o jeje e as línguas bantas) como não faz os sacrifícios de sangue e os processos iniciáticos demorados e com altos custos financeiros, comuns no Candomblé. Nascida do Brasil, a Umbanda é uma religião brasileira porque é a resultante de um encontro histórico único, que só se deu no Brasil: o encontro cultural de diversas crenças e tradições religiosas, africanas, ameríndias e européias. Eis a Umbanda , um sincretismo religioso originalmente brasileiro. A assimilação da ética do amor fraterno via kardecismo acentuou bastante o lado ocidentalizado da Umbanda. Isto, por sua vez, veio realçar ainda mais sua peculiaridade no conjunto das religiões afro-brasileiras : enquanto as outras se esforçam por ser cada vez mais “afro”, a Umbanda se torna cada vez mais híbrida, cada vez mais sincrética, cada vez mais brasileira. Um sincretismo religioso impar, com uma propensão insaciável a continuar se mesclando e hibridizando, sempre incorporando novidades, como faz agora, ao assimilar as práticas terapêuticas e outras culturas como a cigana, oriental.  “Com os sábios aprenderemos, aos humildes ensinaremos e a ninguém renegaremos “(Caboclo das 7 Encruzilhadas) . Entre ser uma religião ética, preocupada com a regulamentação moral da conduta e ser uma religião estritamente ritual, voltada para a manipulação mágica do mundo, a Umbanda escolheu o caminho do meio. Ao lado da caridade para todos, vivos e desencarnados, a Umbanda jamais perdeu seu caráter de amor universal.  “Umbanda é a manifestação do espírito para a prática da caridade” – Caboclo das 7 Encruzilhadas.

Oxalá abençoe a todos.
Mãe Márcia Moreira.

  
Referência;

Gaarder Jostein, O livro das religiões, São Paulo – Companhia das Letras, 2000

Pérolas de Ramatís no Facebook.


Prezados irmãos planetários,

​Hoje podemos ter as redes sociais como fonte de estudo e reflexão.

Temos várias FANPAGES bem legais.

Segue uma bem legal, que se propõe a diariamente publicar um texto reflexivo de Ramatís, proposta do amigo e irmão Silvio Marques, um espiritualista teosofista e maçom, que teve a gentileza de nos enviar o link em primeira mão, ao qual compartilhamos.




​Muita paz, saúde, força e união,

Norberto Peixoto.

quarta-feira, 2 de julho de 2014

O que pensamos influencia nossa saúde ou enfermidade???


     Através da mente, circulam “de cima para baixo” os pensamentos de ódio, de inveja, sarcasmo, ciúme, vaidade, orgulho ou crueldade, incorporando-se, em sua passagem, com as emoções de choro, medo, alegria ou tristeza, que tanto podem modificar a ética dos sentimentos, como agir sobre o temperamento, perturbando a solidariedade celular do organismo físico. O cérebro é o principal campo de operações do espírito; é o produtor de ondas de forças, que descem pelo corpo e graduam-se conforme o seu campo energético. A onda de raiva, cólera ou irascibilidade é força que faz crispar até as extremidades dos dedos, enquanto que a onda emitida pela doçura, bondade ou perdão afrouxa os dedos num gesto de paz.

     Sabe-se que o medo ataca a região umbilical, na altura do nervo vagossimpático e pode alterar o funcionamento do intestino delgado; a alegria afrouxa o fígado e o desopila da bílis, enquanto o sentimento de piedade reflui instantaneamente para a região do coração. A oração coletiva e sincera, da família, ante a mesa de refeições, é bastante para acalmar muitos espasmos duodenais e contrações opressivas da vesícula hepática, assim como predispõe a criatura para a harmonia química dos sucos gástricos. O corpo físico é o prolongamento vivo do psiquismo; é a sua forma condensada na matéria, e por isso motivo sofre com os mais graves prejuízos os diversos estados mórbidos da mente. A inveja, por exemplo, comprime o fígado, e o extravasamento da bílis chega a causar surtos de icterícia, confirmando o velho refrão de que “a criatura quando fica amarela é de inveja”. O medo produz suores frios e a adrenalina defensiva pode fazer eriçar os cabelos, enquanto que a timidez faz afluir o sangue às faces, causando o rubor. Diante do inimigo perigoso, o homem é tomado de terrível palidez mortal; a cólera congestiona de sangue o rosto, mas paralisa o afluxo de bílis e enfraquece o colérico; a repugnância esvazia o conteúdo da vesícula hepática que, penetrando na circulação, produz as náuseas e as tonturas. A Medicina reconhece que há o eczema produto da cólera ou da injúria, pois ocorre a intoxicação hepática, e as toxinas e resíduos mentais penetram na circulação sangüínea; a urticária é muito comum naqueles que vivem debaixo de tensão nervosa e das preocupações mentais. 

     Ramatís – Fisiologia da Aalma.
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