quinta-feira, 10 de julho de 2014
terça-feira, 8 de julho de 2014
Mensagens do Grande Coração - Pérolas de Ramatís.
Descrição
A cada dia, uma nova
pequena mensagem de Ramatís. Sempre às 00h 00min, uma "pérola" para
reflexão. A qualquer horário, uma excelente opção de leitura edificante, tendo
como fonte os livros publicados deste autor espiritual pela Editora do Conhecimento.
A Metrópole do Grande
Coração é a Colônia Espiritual que sedia a Fraternidade da Cruz e do Triângulo
no Espaço, descrita em detalhes na obra "A Vida Além da Sepultura",
pelo espírito Atanagildo, psicografia de Hercílio Maes.
Esta fanpage é minha
singela contribuição, compartilhando o estudo sistemático das obras de Ramatís
que realizo, tendo por objetivo formar uma comunidade humana mais
espiritualizada, crística, universalista, amorosa e fraternal.
Aproveitemos as Pérolas de
Ramatís - Mensagens do Grande Coração - para refletirmos e tornarmos nossa
existência melhor.
Todos são bem vindos,
Fraternalmente,
Silvio Marques.
Administrador da página.
segunda-feira, 7 de julho de 2014
A dor e suas causas íntimas.
A dor, que varia de espírito para espírito, não é específica de certa idade
ou época, mas se manifesta de conformidade com as causas íntimas de cada
criatura, independentemente de, raça, cor, temperamento, sexo ou idade. Os
germes causadores das enfermidades humanas só proliferam perigosamente quando
no organismo do homem se estabelece o terreno eletivo para a eclosão da
enfermidade. O êxito microbiano depende fundamentalmente da condição mórbida ou
“miasmática”, que o próprio espírito cria no corpo devido à sua desarmonia
psíquica. E o miasma do psiquismo doente que atrai os germes patogênicos e os
alimenta, fazendo-os acumular-se em certos órgãos ou sistemas do corpo físico.
Os microrganismos, na realidade, são os elos intermediários que se constituem
em pontes virulentas e ajudam os espíritos a despejar na carne torturada os
seus venenos psíquicos, de cuja ação e presença então se identifica um tipo de
moléstia característica e devidamente classificada na terminologia médica.
RAMATÍS - FISIOLOGIA DA ALMA.
domingo, 6 de julho de 2014
Após o transe mediúnico, não me lembro de nada!!!
Não lembro de nada.
O assunto objeto desta
matéria com certeza trará para alguns bastante dissabor e repulsa, pois tocará
na vaidade e no ego daqueles que não querem que venham à baila determinadas
verdades atinentes ao fenômeno da incorporação.
No entanto, como o
compromisso do Jornal Umbanda Hoje é ver os adeptos da religião mais
esclarecidos e livres de determinados mitos que tanto prejudicam os iniciantes
no culto, resta-nos tão somente esclarecermos um ponto nevrálgico sobre o
presente tema.,
Sabemos que na Umbanda
fala-se muito em mediunidade de incorporação semiconsciente e inconsciente,
que, via de regra, ensejam verdadeiras discussões doutrinárias a respeito.
Não vamos nos ater a
explicarmos o processo de acoplamento de um espírito aos chakras e centros
nervosos do médium, sendo tema para o futuro.
As incorporações em que os
espíritos deixam completamente inconsciente o médium, com tomada integral de
todas as faculdades biopsicomotoras, é fenômeno raríssimo nas religiões
mediúnicas.
Em tempos imemoriais, foi
a forma encontrada pelos espíritos para cumprirem suas missões no plano físico
sem que o medianeiro pudesse interferir em suas tarefas, pois muitas pessoas
não acreditavam na ação dos espíritos sobre o corpo humano e, por isto, se
tivessem alguma porcentagem de consciência, acabariam por intervir, voluntária
ou involuntariamente, no labor dos amigos espirituais.
O fato é que, na
mediunidade de incorporação semiconsciente, que, diga-se de passagem, também
tem seus graus de variação, o espírito ao desprender-se do médium com o qual
trabalha, deixa neste quase que a totalidade das informações recebidas ou
transmitidas durante uma sessão.
Caso haja alguma
necessidade, o espírito, atuando no sistema nervoso central e também no
cérebro, pode fazer com que o médium deixe de lembrar de alguma coisa, mas isto
é exceção.
A regra é o médium
lembrar-se de quase tudo que foi dito pelo espírito trabalhador.
Neste sentido, muito
importante é o respeito e a obediência que os médiuns devem ter para com o
segredo de sacerdócio, tópico que analisaremos oportunamente.
Infelizmente alguns
médiuns que trabalham semiconscientemente insistem em dizer que não se lembram
de nada depois que o espírito interventor se afasta. E o fazem por duas razões
básicas: primeiro, querem dar um maior valor a sua mediunidade, dizendo: ” eu
sou especial porque trabalho sem consciência”; segundo, para se eximirem de
responsabilidade, caso haja alguma comunicação equivocada, por influência do
próprio médium, dizendo este depois: ” eu sou inconsciente, quem errou foi o
espírito”.
Repito: a mediunidade de
incorporação inconsciente ainda existe, mas é raríssima, e quem a tem
geralmente não fala, porque é assunto pessoal, e também é circunstância difícil
de ser provada.
Na atualidade, não se
concebe deixar os iniciantes com a falsa idéia de que, incorporados por um
espírito, sua mente se apagará temporariamente. Muitos médiuns sob a ação dos
espíritos acham que não estão incorporados, visto terem ouvido de outros que,
durante a manifestação dos espíritos, não há consciência no médium.
Criam com isto uma série
de dúvidas na mente dos iniciantes, fazendo com que muitos pensem até não serem
médiuns de incorporação.
A Umbanda vai crescer.
E crescerá através de
médiuns mais preparados, mais esclarecidos em relação aos fenômenos mediúnicos.
Desta forma, farão cair
por terra falsas verdades que estão, infelizmente, ainda sendo difundidas
irresponsavelmente por alguns.
Sarava a Umbanda !!
Fonte: TENDA ESPÍRITA ZURYKAN
sábado, 5 de julho de 2014
Os intolerantes.
"Ah, meu Deus!
Assisto com muita tristeza a pena da aspereza dilacerando a beleza de uma linda
sinfonia. A aguarrás de juizes, ciumentos inflexíveis, descolorindo as matizes
de uma linda pintura, só porque não gostam da assinatura?"
"E vai com uma
bailarina, com a inocência de menina, dançando em volta do sol, a Grande Mãe
Terra. Enquanto muitas nações, governos, religiões ensaiam a dança da
guerra."
"Na verdade a bola
azul quase nunca foi amada; é sempre penalizada. Tem um trabalho enorme,
dedicação e talento para preparar a mistura, juntar os seus elementos para dar
forma às criaturas, e elas, depois de paridas, desconhecem a matriarca e dizem,
mal agradecidas: que a carne é fraca."
"E quando o planeta
gera um Avatá, um iluminado assim como o Nazareno, tem logo quem se apresenta
com conhecimento profundo e diz logo: não é desse mundo, só pode ser
extraterreno."
"Ah, é difícil
entender porque é que o homem, até hoje, cospe no prato que come. Algumas
religiões, não sei por qual motivo, dizem que a Terra é um território com
vocação pra purgatório, não passa de sanatório... E que nós só seremos felizes
longe dela, bem distante, lá onde os delirantes chamam de paraíso."
"Olha, eu vou dizer
de coração. Na minha simples, dia após dia, me perdoem a liberdade, mas
religião de verdade, mais parecida com a que Jesus queria, talvez seja
sentimento de ecologia. Para esse sentimento não tem fronteiras e só reza um
mandamento: preservação das espécies com urgência, sem adiamento."
"Hoje, ela pensa nas
plantas, nos rios, no mar, nos bichos. Amanhã, com certeza, com a mesma
dedicação e capricho, pensará com muito cuidado nos meninos abandonados."
"Ah, se ela tivesse
mais força para sustentar sua zanga, evitaria, com certeza a fome cruel de
Ruanda. Não tinha maturidade, ainda era uma menina, quando a impertinência
sangrou, com a bola de fogo, a pobre Hiroshima. Mas ela cresce, se instala como
uma prece no coração das crianças. Tenho muitas esperanças..."
"Eu tenho toda a
certeza que nosso planeta um dia, mesmo cansado, exausto, terá toda a garantia
e guardado por uma geração vigia, nunca mais verá a espada fria no
Holocausto."
"A intolerância,
repito, é a mais triste das doenças. Não tem dó, não tem clemência. Deixa
tantas cicatrizes nas pessoas, nos países, até as religiões, guardiãs da Luz
Celeste, abandonam seus archotes para empunhar cassetete. E o que, na verdade,
refresca o rosto de Deus, é um leque, que tem uma haste de Calvino e outra de
Alan Kardec."
"Na outra haste, as
brisas, que vêm das terras de Shivas, são uma, dos franciscanos, e outra, dos
beduínos. Não precisa ir muito longe... Jesus nasce entre os rabinos."
"Às vezes corações
que crêem em Deus, são mais duros que os ateus. E jogam pedra sobre as
catedrais dos meus deuses Yorubás. Não sabem que a nossa terra é uma casa na
aldeia, religiões na Terra são archotes que clareiam."
DE ALTAY VELOSO – ALABÊ DE
JERUSALÉM.
quinta-feira, 3 de julho de 2014
Umbanda é religião?
Religião vem do latim reli
gare – que significa religar aos céus, a Deus. Também se identifica como
religião todo grupo religioso que possuem algumas características:
- histórica, identificação
de origem;
- ritos ou celebrações que
acompanham a vida de uma pessoa (batismo, casamento, funeral...);
- aplicação da doutrina em
favor ao bem e a vida.
Convém desde já mencionar
uma especificidade da Umbanda entre as cinco vertentes afro-brasileiras
supracitadas (Candomblé na Bahia; Xangô em Pernambuco e Alagoas; Tambor de Mina
no Maranhão e Pará; Batuque no Rio Grande do Sul e Macumba, depois Umbanda no
Rio de Janeiro). Apesar de suas origens negras, a Umbanda nunca esteve
preocupada com a idéia de preservação das raízes africanas e nem mesmo se
empolga hoje com o movimento de reafricanização, que perpassa as suas
congêneres, principalmente o Candomblé. A Umbanda surgiu em 1908, em Niterói
com o anuncio do Caboclo das 7 Encruzilhadas através do médium Zélio de Morais
e se comporta como uma religião universal. Uma religião aberta a todos os
brasileiros. Desde o inicio a Umbanda se mostrou visivelmente multiétnica, com
uma forte presença de brancos em seus quadros, mesmo entre os sacerdotes. Além
disso, ela se destaca do grupo dos cultos afro-brasileiros por ter menos apego
às “raízes”, as marcas africanas originais. A Umbanda prefere pensar em suas
raízes, sendo “brasileiras”. É afro, sim, mas é afro-brasileira. Ela não só
dispensou de seus rituais o uso de idiomas africanos (ioruba, o jeje e as
línguas bantas) como não faz os sacrifícios de sangue e os processos
iniciáticos demorados e com altos custos financeiros, comuns no Candomblé.
Nascida do Brasil, a Umbanda é uma religião brasileira porque é a resultante de
um encontro histórico único, que só se deu no Brasil: o encontro cultural de
diversas crenças e tradições religiosas, africanas, ameríndias e européias. Eis
a Umbanda , um sincretismo religioso originalmente brasileiro. A assimilação da
ética do amor fraterno via kardecismo acentuou bastante o lado ocidentalizado
da Umbanda. Isto, por sua vez, veio realçar ainda mais sua peculiaridade no
conjunto das religiões afro-brasileiras : enquanto as outras se esforçam por
ser cada vez mais “afro”, a Umbanda se torna cada vez mais híbrida, cada vez
mais sincrética, cada vez mais brasileira. Um sincretismo religioso impar, com
uma propensão insaciável a continuar se mesclando e hibridizando, sempre
incorporando novidades, como faz agora, ao assimilar as práticas terapêuticas e
outras culturas como a cigana, oriental.
“Com os sábios aprenderemos, aos humildes ensinaremos e a ninguém
renegaremos “(Caboclo das 7 Encruzilhadas) . Entre ser uma religião ética,
preocupada com a regulamentação moral da conduta e ser uma religião
estritamente ritual, voltada para a manipulação mágica do mundo, a Umbanda
escolheu o caminho do meio. Ao lado da caridade para todos, vivos e
desencarnados, a Umbanda jamais perdeu seu caráter de amor universal. “Umbanda é a manifestação do espírito para a
prática da caridade” – Caboclo das 7 Encruzilhadas.
Oxalá abençoe a todos.
Mãe Márcia Moreira.
Referência;
Pérolas de Ramatís no Facebook.
Prezados
irmãos planetários,
Hoje
podemos ter as redes sociais como fonte de estudo e reflexão.
Temos
várias FANPAGES bem legais.
Segue
uma bem legal, que se propõe a diariamente publicar um texto
reflexivo de Ramatís, proposta do amigo e irmão Silvio Marques, um
espiritualista teosofista e maçom, que teve a gentileza de nos
enviar o link em primeira mão, ao qual compartilhamos.
Muita
paz, saúde, força e união,
Norberto
Peixoto.
quarta-feira, 2 de julho de 2014
O que pensamos influencia nossa saúde ou enfermidade???
Através da mente, circulam
“de cima para baixo” os pensamentos de ódio, de inveja, sarcasmo, ciúme,
vaidade, orgulho ou crueldade, incorporando-se, em sua passagem, com as emoções
de choro, medo, alegria ou tristeza, que tanto podem modificar a ética dos sentimentos,
como agir sobre o temperamento, perturbando a solidariedade celular do
organismo físico. O cérebro é o principal campo de operações do espírito; é o
produtor de ondas de forças, que descem pelo corpo e graduam-se conforme o seu
campo energético. A onda de raiva, cólera ou irascibilidade é força que faz
crispar até as extremidades dos dedos, enquanto que a onda emitida pela doçura,
bondade ou perdão afrouxa os dedos num gesto de paz.
Sabe-se que o medo ataca a
região umbilical, na altura do nervo vagossimpático e pode alterar o
funcionamento do intestino delgado; a alegria afrouxa o fígado e o desopila da
bílis, enquanto o sentimento de piedade reflui instantaneamente para a região
do coração. A oração coletiva e sincera, da família, ante a mesa de refeições,
é bastante para acalmar muitos espasmos duodenais e contrações opressivas da
vesícula hepática, assim como predispõe a criatura para a harmonia química dos
sucos gástricos. O corpo físico é o prolongamento vivo do psiquismo; é a sua
forma condensada na matéria, e por isso motivo sofre com os mais graves prejuízos
os diversos estados mórbidos da mente. A inveja, por exemplo, comprime o
fígado, e o extravasamento da bílis chega a causar surtos de icterícia,
confirmando o velho refrão de que “a criatura quando fica amarela é de inveja”.
O medo produz suores frios e a adrenalina defensiva pode fazer eriçar os
cabelos, enquanto que a timidez faz afluir o sangue às faces, causando o rubor.
Diante do inimigo perigoso, o homem é tomado de terrível palidez mortal; a
cólera congestiona de sangue o rosto, mas paralisa o afluxo de bílis e
enfraquece o colérico; a repugnância esvazia o conteúdo da vesícula hepática
que, penetrando na circulação, produz as náuseas e as tonturas. A Medicina
reconhece que há o eczema produto da cólera ou da injúria, pois ocorre a
intoxicação hepática, e as toxinas e resíduos mentais penetram na circulação
sangüínea; a urticária é muito comum naqueles que vivem debaixo de tensão
nervosa e das preocupações mentais.
Ramatís – Fisiologia da
Aalma.
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