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sexta-feira, 25 de novembro de 2011

Fatos mediúnicos na bíblia

   "Mas eles após a ressurreição do Mestre, achando-se perturbados e espantados, cuidavam que viam algum espírito". 
Evangelho segundo Lucas, capítulo 24, versículo 37, no qual se comprova fenômenos de  vidência pelos apóstolos.

      Embora os acontecimentos mediúnicos descritos na Bíblia estejam velados pelo simbolismo da raça hebraica ou pela poesia religiosa, em verdade, eles são fenômenos mediúnicos tão específicos e positivos quanto aqueles que Allan Kardec e outros autores espíritas enumeraram em seus estudos. Citaremos alguns dos principais fenômenos mediúnicos insertos no Velho e no Novo Testamento, que provam a manifestação da mediunidade naquela época, isentando a doutrina espírita de havê-los inventado para fim doutrinário.

quinta-feira, 24 de novembro de 2011

A busca da realidade espiritual

PERGUNTA: — Poderíeis expor-nos algo de uma ação cientifica­ do Cosmo, em paralelo ao conceito do "Buscai e achareis", o qual é especificamente um código moral espiritual?
RAMATIS: — A sugestão imperativa do Cristo através do "Buscai e achareis", embora se refira a uma iniciativa de ordem moral e algo mística do espírito, implica na idéia de "pesquisa", porquanto, "buscar" ou procurar é sempre inves­tigar para encontrar. Assim, a legislação divina preceitua ao espírito encarnado que se movimente, incessantemente, na "busca" de sua própria realidade espiritual, malgrado tam­bém deva atender, disciplinadamente, às exigências justas do seu organismo físico. Além de outras revelações ocultas, que a humanidade terrícola irá identificando, tanto quanto se fizer o desenvolvimento "mental-espiritual" do homem, o conceito do "Buscai e achareis" é uma sequência miniatural da mesma Lei do Universo, que impele toda a criação para o progresso e aperfeiçoamento.

terça-feira, 22 de novembro de 2011

"Buscai e achareis"

PERGUNTA: — Poderíeis expor-nos algo de uma ação cientifica­ do Cosmo, em paralelo ao conceito do "Buscai e achareis", o qual é especificamente um código moral espiritual?
RAMATIS: — A sugestão imperativa do Cristo através do "Buscai e achareis", embora se refira a uma iniciativa de ordem moral e algo mística do espírito, implica na idéia de "pesquisa", porquanto, "buscar" ou procurar é sempre inves­tigar para encontrar. Assim, a legislação divina preceitua ao espírito encarnado que se movimente, incessantemente, na "busca" de sua própria realidade espiritual, malgrado tam­bém deva atender, disciplinadamente, às exigências justas do seu organismo físico. Além de outras revelações ocultas, que a humanidade terrícola irá identificando, tanto quanto se fizer o desenvolvimento "mental-espiritual" do homem, o conceito do "Buscai e achareis" é uma sequência miniatural da mesma Lei do Universo, que impele toda a criação para o progresso e aperfeiçoamento.

sábado, 19 de novembro de 2011

Livrando-se dos "encostos"...

Por vezes, o pior "encosto" é o encarnado que está ao nosso lado, ao qual não nos afastamos por interesses egoísticos os mais diversos. Esquecemos facilmente que somos os ùnicos  responsáveis pela nossa felicidade ou infelicidade, aqui com os "vivos" ou do lado de lá com os "mortos". Um dia responderemos a um juiz implacável - nossa consciência imortal.



     Muitas criaturas freqüentam os centros espíritas apenas para se livrarem do "encosto" de espíritos atrasados, que lhes tolhem a liberdade de ação e as impedem até de gozar os prazeres mais comuns. Elas se queixam de perseguições invisíveis de "velhos adversários" do passado, mas ignoram que, às vezes, se trata de uma providência salutar adotada pelos seus próprios guias, no sentido de preservá-las de maiores prejuízos. Os espíritos inferiores em serviço voluntário e sob o comando dos seus mentores, praticam os seus "encostos" aplicando fluidos opressivos ou incômodos, que funcionam à guisa de um "freio moderador" sobre os encarnados. Não se trata de qualquer processo obsessivo, mas apenas de uma interferência compulsória sobre os homens imprudentes, que tem como objetivo reduzir suas atividades nocivas.

quinta-feira, 17 de novembro de 2011

Socorro nos charcos purgatoriais

PERGUNTA: - Conforme temos lido em certas obras mediúnicas, os bons espíritos sempre procuram livrar dos charcos os pecadores que ali sofrem. Porventura isso não elimina a tese de que os pecadores, com saldo de fluidos tóxicos provindos da Terra, precisam submeter-se ao processo do lodo terapêutico absorvente, para sua purificação? Quer-nos parecer que a sua libertação prematura, dos charcos, dispensa-os de tal necessidade levada ao extremo. Não é assim?
            RAMATÍS: - Os espíritos socorristas só retiram dos charcos purgatoriais os pecadores que já estão condições de uma permanência suportável nos postos e colônias de recuperação perispiritual adjacentes a crosta terráquea. Assim como o homem sujo e encharcado de lama não gozará de conforto entre os lençóis alvos de um leito principesco, os espíritos saturados de venenos perispirituais também não serão venturosos pela sua transferência prematura dos pântanos repugnantes para as regiões paradisíacas!

quarta-feira, 16 de novembro de 2011

Os animais ante o Natal!?

Entretecíamos animada conversação, em torno dos abusos da mesa nas comemorações natalinas, com o parecer do grave Jonathan ben Asser, que asseverava a conveniência de ater-se o homem ao sacrifício dos animais apenas quanto ao estrita­mente necessário, quando o velho Ebenezer ben Aquim, orientador de grupos hebraicos do Mundo Espiritual, tomou a palavra e se exprimiu conciso:
—  Talvez não saibam vocês quanto devemos aos bichos na manifestação do Evangelho...
E, ante a nossa curiosidade, narrou, comovido:
—  Há muitos anos, ouvi do rabi Eliúde, que se encontra agora nas esferas superiores, interes­santes minudências em torno do nascimento de Jesus. Contou-nos esse antigo mentor de israelitas desencarnados que a localização de José da Galileia e da companheira nos arredores de Belém de Judá não foi assim tão fácil.
O casal, que se compunha da jovem Maria, to­cada de singular formosura, e do patriarca que a recebera por esposa, em madureza provecta, entrou na cidade quando as ruas e hospedadas se mos­travam repletas.
Os descendentes do ramo de David reuniam-se aos magotes para atender ao recenseamento deter­minado pelo governo de Augusto.
Bronzeados cameleiros do deserto confraterni­zavam com vinhateiros de Gaza, negociantes domi­ciliados em Jerico entendiam-se com mercadores re­sidentes no Egito.
Acompanhados por benemérita legião de Es­píritos sábios e magnânimos, a cuja frente se des­tacava o abnegado Gabriel, que anunciara a Maria a vinda do Senhor, José e a consorte bateram pri­meiramente às portas da estalagem de Abias, filho de Sadoc, que para logo os rechaçou com a nega­tiva; entretanto, pousando os olhos malevolentes na jovem desposada, ensaiou graçola irreverente, o que fez que José, apreensivo, estugasse o passo para diante.
Recorreram aos préstimos de Jorão, usurário que alugava cômodos a forasteiros. O ricaço con­siderou, de imediato, a impossibilidade de acolhê-los, mas, ao examinar a beleza da moça nazarena, chamou à parte o enrugado carpinteiro e indagou se a menina era filha de escravos que se pudesse obter a preço amoedado... José, mais aflito, de­mandou a frente para esbarrar na pensão de Jacob, filho de Josias, antigo estalajadeiro, que declarou impraticável o alojamento dos viajantes; no entan­to, ao fixar-se na recém-chegada, perguntou desabrídamente como é que um varão, assim velho, tinha coragem de exibir uma jovem daquela raridade na praça pública. Deprimido, o ancião diligenciou al­cançar pousada próxima; contudo, as invectivas de Jacob atraíram curiosos e vadios que cercaram o par,  crivando-o de injúrias.
Os recém-vindos de Nazaré, vendo-se alvo de chufas e zombarias, tropeçavam humilhados...
Gabriel, no entanto, recorreu à prece, rogando o Amparo Divino, e diversos emissários do Céu se manifestaram, em nome de Deus, deliberando que a única segurança para o nascimento de Jesus se achava no estábulo, pelo que conduziram José c Maria para a casa rústica dos carneiros e dos bois...
Ebenezer, a seguir, comentou, bem-humorado:
—  Não fossem os anfitriões da estrebaria e talvez a Boa Nova tivesse seu aparecimento re­tardado...
E terminou, inquirindo:
—  Não será isso motivo para que os animais na Terra sejam poupados ao extermínio, pelo me­ nos no dia do Natal?
IRMÃO X

Antologia Mediúnica do Natal, de Chico Xavier e diversos autores espirituais.

Uma Verdade Inconveniente. Até destruirmos o planeta?!


Qual será o motivo que a grande mídia - Globo e outras - não fazem matéria sobre este tema???
Os grandes frigoríficos e abatedouros são anunciantes de peso.
Quantos porcos e perus estão confinados para engorda aguardando o abate de Natal?


Sinopse: Documentário que retrata as conseqüências do consumo da carne principalmente em relação ao meio ambiente, apontando a pecuária como o principal agravante do Aquecimento Global, até mesmo mais responsável pela

devastação ambiental do que todos os meios de transporte do planeta juntos, segundo dados do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas). É uma resposta ao documentário "An Inconvenient Truth" (Uma
Verdade Inconveniente), protagonizado por Al Gore, que trata de muitas causas do Aquecimento Global, mas que deixa a questão da pecuária de lado (por motivos políticos).
Também aborda questões sócio-político-econômicas como a  questão alimentar e surpreende quando prova que a pecuária é  responsável direta pela fome no planeta. Assista e se surpreenda com o que somos capazes de prevenir apenas  transformando nossos hábitos alimentares, mesmo que não
completamente.


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