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quinta-feira, 31 de maio de 2012

Sublime catalisador angélico - fundamen­tos indestrutíveis


      Jesus, sublime catalisador angélico, deu forma e vida no mundo exterior, às suas próprias idéias e às que lhe foram inspiradas pela amizade pura dos Essênios. O que eles pensavam, sentiam e cultuavam, afinava-se per­feitamente com a alma eleita de Jesus, o qual deu maior vivência aos seus elevados princípios e os tornou fundamen­tos indestrutíveis do sublime Código Moral da humanidade — o Evangelho!

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Fatalismo da lei do carma: todo efeito tem uma causa geradora


             Através do mecanismo comparativo das parábolas, Jesus expôs idéias e preceitos ao nível da compreensão humana, mas que se referiam, especificamente, à vida espiritual. Ele sempre usou de uma linguagem imperativa e taxativa, quando aludia sobre a colheita inglória dos que falseiam na escalonada espiritual. Ele sempre deixou transparecer que todos os homens são "pecadores" e, por isso, ninguém pode julgar ninguém. Daí a sua advertência incisiva e evangélica à alma imprudente, que ao apontar o "argueiro" no olho do vizinho, não enxerga a trave nos seus olhos.

segunda-feira, 28 de maio de 2012

Cada um será julgado segundo suas obras - O Evangelho À Luz do Cosmo

      
      Deus não patrocina nem administra propositadamente nenhuma instituição punitiva ou departamento específico de correção espiritual. Em verdade, toda conseqüência ou efeito desagradável, trágico, doloroso e infeliz do homem é sempre fruto do seu descaso aos ensinamentos e às advertências dos instrutores espirituais. A sua violência ou rebeldia aos princípios salutares e evolutivos decorrentes da Lei Maior, que regula o equilíbrio, a harmonia e a coesão do Cosmo, é que, então, produzem as conseqüências indesejáveis futuras. Ninguém é castigado porque "peca", assim, como ninguém é premiado porque é "virtuoso", mas todo desvio do ritmo eletivo e da ascensão do ser espiritual resulta em atrito e reação retificadora da entidade imortal existente em cada ser. O estado de erro é vitalizado pelo consumo de energias de baixa vibração, porque são forças oriundas do reino animal primário e que sustentam o campo instintivo inferior. Após o gasto do combustível primário, então resta a fuligem aderida ao perispírito, que é resultante da movimentação dos desejos inferiores ou da violência mental e astral do homem.


Ramatís - O Evangelho À Luz do Cosmo

sexta-feira, 25 de maio de 2012

Obsessões em família. Quem não as tem?


"...sendo todos nós espíritos com uma programação a ser cumprida a fim de trilharmos o caminho da evolução, somos responsáveis não só pelo efeito de nossas ações para conosco mas também pela maneira como estas influenciam aqueles que nos cercam . Muitas vezes, por nossa imaturidade espiritual, podemos estar perpetuando obsessões e prejudicando irmãos de caminhada em situações que poderiam ser resolvidas simplesmente seguindo as lições de amor e misericórdia do Evangelho de Jesus."

      Ovelha negra da família...Certamente para cada dez  pessoas que questionarmos a respeito da existência de algum familiar que se enquadre nesta descrição, nove irão dar uma resposta positiva. Este termo é usado para definir alguém diferente, fora do padrão de normalidade para determinado grupo familiar ou social, com dificuldades de relacionamento ou alterações de conduta na convivência diária. Muitas vezes temos a nítida impressão que determinada pessoa não tem absolutamente nada em comum com o restante do grupo familiar, gerando inclusive inconformidade nos demais em virtude das ações  dos mesmos.
Não existe no cosmo nenhuma ação que não cause uma reação de igual intensidade. Portanto, tudo que fazemos em nossas vivências encarnatórias irão fatalmente reverter em bônus ou "malus" na nossa contabilidade cármica. Muitas vezes uma jornada encarnatória  que esteja indo de vento em popa no sentido de condutas acertadas, gerando um considerável  saldo positivo  que terá  como consequência a anulação de igual quantidade de carma negativo pregresso, pode repentinamente ser desviada por algum fator desencaminhador (tinha uma pedra no meio do caminho...) e lá se vai ladeira abaixo toda uma existência pródiga desperdiçada pelo famoso "minuto (ou horas,dias) de bobeira". Depois, resta somente aquela sensação de frustração, e este episódio tendo funcionado como precedente negativo em uma vivência de ações positivas, fatalmente acaba gerando outros naquela conduta de "agora que já fiz uma vez, mais uma não vai fazer diferença mesmo...". A partir daí a tendência é a coisa desandar definitivamente com a famosa queda evolutiva que, em muitas ocasiões, de acordo com a gravidade das ações cometidas, pode comprometer toda a caminhada desta vivência, ensejando mais saldo devedor para uma próxima encarnação.

quinta-feira, 24 de maio de 2012

O rival

                   Corria o ano de 1920.
                   Interior de uma cidadezinha do interior do estado do Rio Grande do Sul.
                  Imigrantes, alemães, sírio-libaneses, italianos, turcos, franceses. Uma verdadeira babilônia de línguas, vários dialetos, difícil de entender. Mas a linguagem dos gestos, repetidos incansavelmente e a boa vontade ajudavam a quebrar o gelo e eles conseguiram o milagre da boa convivência.
                Vindos para o Brasil em busca de uma vida melhor, porque na Europa havia-se instalado a recessão econômica, a falta de emprego e a fome. Sonhavam em plantar, produzir, alimentar as famílias e principalmente fugir dos horrores da guerra. Entretanto muito destes homens jamais chegara perto de uma lavoura, eram pintores, engenheiros, operários da indústria e do comércio, mas vieram cheios de sonhos com a terra da fartura.
             Foi assim que Francesca, de origem alemã, vinda com a família da Floresta Negra (Bavária), cujo pai era pintor de quadros famoso, com uma sala com suas obras expostas no museu desta cidade, conheceu Armandinho um turco, manhoso, moreno, bonitão.

terça-feira, 22 de maio de 2012

Humildes comentários de um sacerdote umbandista - Pai Valdo.


Por Pai Valdo - Sacerdote dirigente do Templo Espiritualista do Cruzeiro da Luz

Abaixo postei alguns  textos do “livro dos médiuns” de Allan Kardec sobre o que, nós umbandistas espíritas, e principalmente os dirigentes de centros, deveríamos ler, estudar e meditar para libertar a umbanda da ignorância, da falácia e das perturbações provocadas por encarnados e desencarnados, iludidos com supostos procedimentos mentirosos adivinhatórios e resolvedores de problemas materiais e mesquinhos, que aprisionam e viciam os caminhantes encarnados à baixa vibração, e à estagnação moral e religiosa, ao que muitos acertadamente chamam de “baixo espiritismo”.
É uma verdadeira escravização de seres à busca constante de uma paz e resolução de problemas, em suas vidas, que jamais alcançam, pois a ignorância é a mãe da ilusão que, por sua vez, emana a desilusão, fonte da inquietude, perturbação e desarmonia.
No Templo Espiritualista do Cruzeiro da Luz, que se propõe a ser uma casa religiosa que ensina, orienta e ajuda os irmãos, que nos procurem e queiram, na senda do evangelho e da doutrina raciocinada, quantas vezes temos a tristeza de receber pessoas completamente desequilibradas e perturbadas, buscando adivinhos e feiticeiros, perturbando o ambiente religioso com palavras como essas:


- O guia tem que adivinhar o meu problema.
- O guia tem que ter mais luz para resolver e adivinhar o que tenho.
- Nas casas de umbanda em que estive os guias advinham, e não ficam nesse blá, blá, blá de evangelho.
- Isso aqui é mesmo umbanda? Nas casas em que vou não tem esse negócio de palestra e cantorias.
-Nunca vi guia de umbanda falar de evangelho, eles têm é que resolver os problemas.
-Aqui demora muito, com preces, cantorias e palestra. e as consultas?
- Aqui só tem cantoria, nas casas em que conheço você fala logo com o guia e vai embora, aqui vocês prendem a gente com tanta cantoria e palavreado
- Quero falar com um guia forte, não com qualquer um.
- Esse guia presta?
-Casa que não cobra consulta e trabalhos, não tem força.
-Aqui é casa Kardecista, não é?

e por aí vai....!

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