sábado, 31 de janeiro de 2015
domingo, 25 de janeiro de 2015
O SOM DA TROMBETA.
Quem de nós já não escutou, em algum momento de nossas
vidas, alguém nos dizer mais ou menos assim:
- sonhei com você, vou orar por ti,
- acho que você não está bem, vou colocar teu nome em
minhas orações,
- vou orar por você, logo você estará bem,
- não sei o que fazer, só me resta orar por você.
São emblemáticas estas palavras, pois demonstram forte
senso de superioridade, pois àquele que se propõe a orar pelo outro se coloca
em condição de movimentar forças divinas. Por outro lado, o fato de alardear a
oração àquele que é objeto da mesma, reflete um ego exaltado, pois se o
indivíduo, teoricamente necessitado de oração não pediu, o que oferece a viva
voz implicitamente informa que ele tem poder de julgamento, sabendo o que o
outro precisa em termos de sagrado ou assistência espiritual, mesmo não tendo
sido solicitado neste sentido.
Quando oramos, devemos entrar no quarto de nós mesmos,
interiorizando nossas intenções, fechando a porta - não alardear a prece para
outros saberem - e mantermos segredo, pois somente o Pai sabe realmente o que
cada um de nós precisa. Quem ora pelo outro ruidosamente, já recebe de imediato
a recompensa, que é a atenção ou o reconhecimento da pessoa a quem se ora. Numa
perspectiva do psiquismo profundo, quem trombeteia a oração quer atenção, um
impulso do ego personal, conforme ensinava Huberto Rohden.
Reflitamos a respeito!!!
"Quando orardes, não façais como os hipócritas,
que gostam de orar de pé nas sinagogas e nas esquinas das ruas, para serem
vistos pelos homens. Em verdade eu vos digo: já receberam sua recompensa.
Quando orares, entra no teu quarto, fecha a porta e ora
ao teu Pai em segredo; e teu Pai, que vê num lugar oculto, recompensar-te-á.
Nas vossas orações, não multipliqueis as palavras, como
fazem os pagãos que julgam que serão ouvidos à força de palavras."
Mateus 6:5-7
sábado, 24 de janeiro de 2015
AREIA NOS OLHOS DOS OUTROS.
Existe uma vigilância constante sobre os médiuns.
Muitos estão atentos e julgam qualquer possível falha de conduta. Nestes
momentos, citam Jesus e o Evangelho, como Espada de Dâmocles no alto das
cabeças dos medianeiros. Esquecem que ser médium não é ser "santo".
Dizia o sábio Matta e Silva: "é melhor ser um médium vaidoso que faz a
caridade do que apontar defeitos nos outros e nada fazer". Além do que, se
o médium fosse perfeito, não reencarnaria como médium.
Aos que patrulham sistematicamente e apontam falhas,
exigindo apreço e atenção para eles mesmos no sentido de sentirem-se
superiores, citando o evangelho, infelizmente conduta comum no meio evangélico
da atualidade, como verificamos na "guerra" das igrejas eletrônicas,
e até comum no meio espiritista e espiritualista judaico-cristão, creditamos
todos distante do Cristianismo Primevo, temos a dizer que o Evangelho de Jesus
e seus sublimes ensinamentos, quando citados num impulso interno movido por
desconsideração pessoal em relação a alguém, contra este mesmo alguém, serve
como areia nos olhos; machuca, espezinha e fere. É impulso do ego e distante da
vibração do Mestre, paradoxalmente invocada.
A citação de Jesus deve partir sempre do coração
consolador, misericordioso e redentor, que não revida por sentir-se
desconsiderado. Antes de citar o Sublime Peregrino, observe se as letras não
são um punhado de areia jogada nos olhos do outro.
Reflitamos a respeito!!!
LINHA DO ORIENTE NA UMBANDA
Palestra antecedendo a sessão de passes e aconselhamentos na irradiação do povo do oriente, nesta sexta a noite no Grupo de Umbanda Triângulo da Fraternidade.
Nosso lema: EDUCAÇÃO - DISCIPLINA - TRABALHO.
sexta-feira, 23 de janeiro de 2015
Enfeitiçamento por meio da aura humana
Toda movimentação de energias para fins destrutivos é um ato de enfeitiçamento. O ser humano absorve e esparge energias radiantes em todas as faixas vibratórias do Cosmo; no plano físico, em forma de calor ou eletricidade animal; no etérico, na espécie de forças imponderáveis vitalizantes impregnadas de éter-físico e químico, projetadas pelo duplo etérico. O pensamento propaga ondas mentais, que agem e reagem noutros seres, afetando-lhes o caráter da vontade e do temperamento. Funcionando como usina criadora de forças em todos os campos da vida oculta, o homem também é um receptor e transformador energético absorvendo e transformando a carga que recebe de fora, devolvendo-a depois conforme a sua mentalidade moral e emotiva. Há uma interpenetração incessante entre todas as criaturas, que se processa através de suas expressões mentais, etéricas e elétricas. Nada existe completamente separado, pois tudo é interligado por imensurável rede de vibrações, que pulsam conforme as influências e reações recíprocas entre os homens.
quarta-feira, 21 de janeiro de 2015
As energias dinamizadas no ato da prece
Figurai a prece como um detonador psíquico que movimenta as energias excelsas adormecidas na essência da alma humana, assim como a chave do comutador dá passagem, altera ou modifica as correntes das vossas instalações elétricas. Sem dúvida, a capacidade de aproveitamento do homem durante o despertamento dessas forças sublimes pelo impulso catalisador da oração depende tanto do seu grau espiritual como de suas intenções. Aliás, o espírito, ao liberar suas energias no ato da prece, ele melhora a sua freqüência vibratória espiritual, higieniza a mente expurgando os maus pensamentos e libera maior cota de luz interior.
Daí o motivo por que alguns santos
purificaram-se exclusivamente pelo exercício da prece, enquanto outros só
puderam fazer pelo treino do sofrimento. Em ambos os casos, a purificação é
fruto da dinamização das forças espirituais na intimidade do ser, embora varie
quanto ao seu processo. No primeiro, é um procedimento espontâneo catalisado
pela prece; no segundo, em decorrência do exercício da dor. Por conseguinte, o
homem também se purifica pelo hábito constante dos bons pensamentos, pois estes
mantêm no campo vibratório de sua mente um estado espiritual tão benéfico como
o que se produz nos momentos sedativos da oração.
No entanto, se a criatura se descura
da prece, ou seja, deixa de "orar e vigiar", eis que, então, a dor se
encarrega de ativar as reações morais necessárias para, mais tarde,
libertarem-na compulsoriamente do guante do mundo animal. Nenhum auxílio é tão
salutar e eficiente para manter o equilíbrio moral do Espírito, como o hábito
da oração, pois a criatura confiante, sincera e amorosa, religa-se a Deus.
Ramatís - do livro ELUCIDAÇÕES DO ALÉM.
segunda-feira, 19 de janeiro de 2015
E agora, terei que ser um preto velho no Astral !?
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Não há desdouro nem desmentido no processo evolutivo da alma
imortal, quando, apesar do seu avanço intelectual e científico no mundo
terreno, precisarem envergar o traje humilde do
"preto-velho" ou do caboclo rústico, a fim de conseguir o seu
reajustamento espiritual combalido e tão prejudicado no pretérito. Em verdade,
trata-se apenas de um estágio ou espécie de descanso intelectual, em que o
espírito superexcitado por excessivo racionalismo efetua salutar decantação de
sua personalidade humana que fora muito envaidecida com as lantejoulas
brilhantes do cenário terreno!
sábado, 17 de janeiro de 2015
quinta-feira, 15 de janeiro de 2015
O que se deve entender por "endereços vibratórios"?
RAMATÍS: - O "endereço vibratório" é o objeto ou coisa pertencente à vítima, e que o feiticeiro depois ajusta ao seu trabalho catalisador de bruxaria. Serve de orientação para a carga maléfica tal qual os policiais fazem o cão de caça cheirar um lenço ou algo do fugitivo, do qual estão no encalço.
Assim, o maior êxito do feitiço fundamenta-se sobre a mesma lei de afinidade comum dos experimentos de física e química, a qual disciplina as relações e a propriedade dos corpos entre si. Ademais, as coisas impregnam-se das emanações dos seus possuidores, e por esse motivo podem servir de "endereço vibratório" para as operações de magia à distância, conforme é de uso e necessidade na bruxaria. Quanto aos efeitos mortificantes que atuam sobre as vítimas enfeitiçadas, os feiticeiros os conseguem através da "projeção" de fluidos agressivos e enfermiços, que desdobram nos campos eletrônicos dos objetos preparados sob o ritual de abaixamento vibratório.
Magia de Redenção.
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