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terça-feira, 12 de novembro de 2013

A egrégora numa coletividade forma e sustenta a corrente mediúnica.


         
          Se várias pessoas reúnem-se com um único objetivo, formado por pensamentos, objetivos e energias, forma-se uma coletividade. Essa coletividade protege e estimula seus participantes a seguirem as diretrizes por ela pregadas, fazendo com que se fortaleça e cresça e, com o crescimento, torne-se maior o número de adeptos; em conseqüência desse maior número de participantes, maior será a força de atuação dessa coletividade.

           Todos, porém, devem estar voltados para o mesmo objetivo, para que se consiga obter o resultado mais salutar possível. Se apenas um elemento dessa coletividade, conhecida como corrente, desviar-se da diretriz,  será naturalmente eliminado dessa coletividade através da força das energias que a mantém.

            Se uma corrente é formada e utilizada com objetivos chamados mágicos brancos, nunca poderão ocorrer desvios da diretriz, isso por que um só elemento contrário a maioria dos participantes dessa corrente mágica, romperá essa corrente, permitindo a entrada de elementos do baixo astral em meio a essa coletividade, ocasião em que os resultados serão os mais danosos possíveis. Esses desvios normalmente ocorrem através de pensamentos daninhos, raivosos e egoístas em meio aos participantes da corrente, que incapazes que são, normalmente, de perdoar e auto avaliar seus maus instintos, vibram pensamentos extremamente negativos. Por esse motivo os cuidados com a reforma íntima, os pensamentos e com o controle das maledicências (falar mal das pessoas, fofocas, intrigas) devem ser grandes, não vibrando desta forma energias contrárias a diretriz.

            Toda coletividade é formada por duas correntes, uma material e outra espiritual. As falhas sempre ocorrem na material através de orgulhos, egos e vaidades exacerbadas.

            Para conseguir trabalhar em uma corrente de Umbanda é necessário que o adepto possua em seu coração a vontade inerente de se melhorar e de ajudar sempre que possível. De posse desse sentimento, o adepto não irá desviar-se da diretriz, evitando o próprio fracasso e o seu conseqüente aumento cármico e afastamento. Não vibre coisas contrárias ao que aprendeu, e não haverá fracassos.

            Todo médium que pertencente a uma corrente transforma-se num elo, que receberá dos demais elos, forças para suportar grandes pressões existente no decorrer da jornada evolutiva. Para que se mantenha a corrente forte e atuante qualquer cacique eliminará o elo fraco, antes do rompimento e comprometimento efetivo dos demais elos, partindo do princípio: corrigir o corrigível, afastar dos demais o incorrigível.

            A conduta moral de um médium e sua índole são as únicas coisas que ele possui ao seu alcance, para no futuro ser feliz ou não. Infeliz daquele que aprende o certo ensina o certo e pratica o errado. Para o plano astral, os discursos de perfeição de nada valem se os atos não forem correspondentes ao que é dito.

            É certo que todos os seres humanos possuem falhas, porém, estamos dentro de um limite evolutivo onde, se constatada, a má vontade em buscar o próprio progresso espiritual, dando vazão a sentimentos negativos, levará o médium para sua derrocada, sendo absorvido por formas de magia negativa, às quais por sua vez também são coletividades, que geram suas forças absorvedoras.

             Vale ressaltar, que quando falamos em magia negativa, não estamos falando de cenários tenebrosos e sim de um estado de espírito inferior que externamente pode facilmente ser mascarado com belos ambientes, discursos corretos e sorrisos constantes.


Abraços e Luz,

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